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NOSSAS VACINAS

A Imunelife está legalmente licenciada pelos órgãos sanitários para a aplicação de vacinas e outros imunobiológicos destinados à profilaxia de doenças imunopreveníveis.

Oferecemos o aconselhamento vacinal individual com elaboração do quadro vacinal e do melhor programa para atualização do calendário vacinal, com ações específicas do prematuro ao idoso.

Dispomos de vacinas para todas as idades (do nascimento à terceira idade). Utilizamos como referência os calendários vacinais da Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) e do Programa Nacional de Imunização (PNI).


NOSSOS HORÁRIOS


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Segunda das 8:30h às 18h
Terça das 8:30h às 18h
Quarta das 8:30h às 18h
Quinta das 8:30h às 18h
Sexta das 8:30h às 18h
Sábado das 8:30h às 13h

  • ANTI-RH
  • BCG
  • D PaT + SALK INFANTIL
  • DENGUE (De 9 a 45 anos)
  • DTP Acelular (A partir de 4 anos)
  • DTPa + SALK ped/adulto
  • DTPa ADULTO
  • DTPa+IPV ADULTO
  • FEBRE AMARELA
  • FEBRE TIFÓIDE
  • GRIPE TETRAVALENTE – Acima de 3 anos
  • HAEMOPHILUS INFLUENZAE B
  • HEPATITE A ADULTO (ACIMA DE 16 ANOS)
  • HEPATITE A INFANTIL
  • HEPATITE A+B ADULTO
  • HEPATITE A+B INFANTIL
  • HEPATITE B ADULTO (ACIMA DE 16 ANOS)
  • HEPATITE B INFANTIL
ANTI-RH

A imunoglobulina anti-Rh é um anticorpo IgG específico contra antígenos Rh(D) de eritrócitos humanos (hemácias). Durante a gravidez e especialmente no momento do parto, as células vermelhas do sangue do feto podem entrar na circulação materna. Quando a mulher é Rh(D)negativa e o feto é Rh(D)positivo, a mulher pode se tornar imunizada ao antígeno Rh(D) e pode produzir anticorpos antiRh(D), que atravessam a plascenta e podem causar a doença hemolítica do recém-nascido. A imunoglobulina anti-Rh previne a imunização ao Rh(D) em mais de 99% dos casos, desde que uma dose suficiente seja administrada o mais breve possível após a exposição às células vermelhas do sangue do feto Rh(D)positivo.

1. Apresentação
Solução injetável de 300 mcg (1.500 UI) de imunoglobulina humana anti-Rh(D).

2. Composição
Utilizamos a imunoglobulina anti-Rh(D) da marca Rhophylac produzida pelo laboratório CSL Behrlng. A mesma é comercializada em seringa com dose única preenchida com 2 ml de volume.

3. Indicação
A imunoglobulina anti-Rh(D) está indicada para prevenção da imunização ao Rh(D) em mulheres Rh(D) negativas em situações como: (a) gravidez/parto de criança Rh(D) positiva; (b) Aborto/ameaça de aborto, gravidez ectópica ou mola hidatiforme; (c) Hemorragia transplacentária resultante de hemorragia anteparto, amniocentese, biópsia coriônica, procedimentos de manipulação obstétrica, por ex. versão externa ou trauma abdominal.

A imunoglobulina anti-Rh(D) também está indicada para tratamento de pessoas Rh(D) negativas após transfusões incompatíveis de sangue Rh(D) positivo ou outros produtos contendo células vermelhas do sangue.

4. Contraindicação
Hipersensibilidade a qualquer um dos componentes. A via intramuscular é contra indicada em pessoas com deficiência grave de plaquetas ou outros transtornos da coagulação.

Notas:
 No caso do uso no pós-parto, a imunoglobulina anti-Rh(D) deve ser administrada somente para a mãe. Não deve ser administrada no recém-nascido.

     O produto não se destina ao uso em indivíduos Rh(D) positivos.

     A imunoglobulina anti-Rh(D) é usada na gravidez.

A imunização ativa com vacinas de vírus vivo (por ex. sarampo, caxumba, rubéola ou varicela) deve ser adiada até 3 meses após a última administração de imunoglobulina anti-Rh(D), uma vez que a eficácia da vacina de vírus vivo pode ser prejudicada.

5. Esquema, dose e volume

5.1. Na prevenção da imunização ao Rh(D) em mulheres Rh(D) negativas.

     5.1.1. Profilaxia anteparto: a dose recomendada é uma dose única de 300 microgramas (1500 UI) administrada pela injeção intravenosa ou intramuscular na 28ª até a 30ª semana de gestação

     5.1.2. Profilaxia pósparto: na administração intravenosa, 200 microgramas (1000 UI) são suficientes. Se a administração for intramuscular, 200 microgramas (1000 UI) a 300 microgramas (1500 UI) são recomendados. Imunoglobulina humana anti-Rh(D) deve ser administrada o mais breve possível dentro de 72 horas após o parto. A dose pós-parto deve ser dada mesmo quando a profilaxia anteparto foi administrada.

     5.1.3. Profilaxia após complicações da gravidez.

     – Intervenções e incidentes ocorridos até 12 semanas de gestação: 200 microgramas (1000 UI) devem ser administrados por injeção intravenosa ou intramuscular, tão logo quanto possível e no máximo 72 horas após o evento de risco.

     – Intervenções e incidentes ocorridos após 12 semanas de gestação: no mínimo 200 microgramas (1000 UI) devem ser administrados por injeção intravenosa ou intramuscular, tão logo quanto possível e no máximo 72 horas após o evento de risco.

     – Amostragem de vilosidade coriônica: 200 microgramas (1000 UI) devem ser administrados por injeção intravenosa ou intramuscular tão logo quanto possível e no máximo 72 horas após o evento de risco.

5.2. No tratamento após transfusões incompatíveis

A dose recomendada é de 20 microgramas (100 UI) de imunoglobulina anti-Rh(D) por 2 mL de transfusão de sangue Rh(D) positivo ou por 1 mL de concentrado de eritrócito. A via de administração intravenosa é recomendada. Se a administração for intramuscular, doses altas devem ser administradas por um período de vários dias. Uma dose máxima de 3.000 microgramas é suficiente no caso de transfusões incompatíveis maiores, independente do volume da transfusão ser maior que 300 mL de sangue Rh(D)positivo.

6. Via de administração
A imunoglobulina humana anti-Rh(D) pode ser aplicada por via intramuscular ou intravenosa.

7. Conservação
A imunoglobulina humana anti-Rh(D) deve ser conservada entre +2ºC e +8ºC (sendo ideal +5ºC), não podendo ser congelada.

BCG

O que previne:

Tuberculose – principalmente as formas graves, como meningite tuberculosa e tuberculose miliar (espalhada pelo corpo).

Do que é feita:

É composta pelo bacilo de Calmette-Guérin – origem do nome BCG – obtido pela atenuação (enfraquecimento) de uma das bactérias que causam a tuberculose. Completam sua composição o glutamato de sódio e a solução fisiológica (soro a 0,9%).

Indicação:

A vacina é indicada de rotina a partir do nascimento até os 5 anos de idade.

Outras recomendações: Pessoas de qualquer idade que convivem com portadores de hanseníase (lepra); estrangeiros ainda não vacinados e que estejam de mudança para o Brasil.

Contraindicação:

Pessoas imunodeprimidas e recém-nascidos de mães que usaram medicamentos que possam causar imunodepressão do feto durante a gestação.

Prematuros, até que atinjam 2 kg de peso.

Esquema de doses:

Dose única.

Local de aplicação:

Intradérmica.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

A vacinação não requer qualquer cuidado prévio.

Após a aplicação é importante não colocar produtos, medicamentos ou curativos no local.

Ocasionalmente, a vacina não deixa cicatriz, o que pode ocorrer por duas razões:

a criança não respondeu à vacina devido à falha vacinal que acontece em cerca de 5% dos vacinados;

houve resposta, mas com lesão discreta sob a pele, tornando difícil a identificação.

Então, sempre que não houver formação de cicatriz, um profissional da Saúde experiente deve examinar o local em que a vacina foi aplicada. No caso de reação inaparente ou discreta, não há necessidade de revacinar. Quando acontece a falha vacinal, uma nova dose deve ser aplicada seis meses após a primeira – nunca antes desse prazo.

Efeitos e eventos adversos:

A BCG quase sempre deixa uma cicatriz característica, com até 1 cm de diâmetro, no local em que foi aplicada – como rotina, no braço direito. Essa reação é esperada! A resposta à vacina demora cerca de três meses (12 semanas), podendo se prolongar por até seis meses (24 semanas), e começa com uma mancha vermelha elevada no local da aplicação, evolui para pequena úlcera, que produz secreção até que vai cicatrizando.

Eventos adversos possíveis: úlceras com mais de 1 cm ou que demoram muito a cicatrizar; gânglios ou abscessos na pele e nas axilas; disseminação do bacilo da vacina pelo corpo, causando lesões em diferentes órgãos.

Segundo o Ministério da Saúde (MS), os gânglios surgem em cerca de 10% dos vacinados.

Qualquer que seja o evento, o serviço de vacinação deve notificá-lo ao órgão de vigilância em Saúde e encaminhar o paciente ao posto de saúde para acompanhamento e tratamento adequados.

Onde pode ser encontrada:

Nas Unidades Básicas de Saúde e clínicas privadas de vacinação.

Resultados da prevenção no Brasil e no mundo:

A vacina BCG não oferece eficácia de 100% na prevenção da tuberculose pulmonar, mas sua aplicação em massa permite a prevenção de formas graves da doença, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar (forma disseminada).

No Brasil, embora a incidência de tuberculose pulmonar venha aumentando, quase não são mais registradas as formas graves da doença. Outro exemplo da importância da vacinação foi o aumento do número de casos de tuberculose em crianças, registrado quando a Suécia suspendeu a vacinação de rotina.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, nos países onde a tuberculose é frequente e a vacina integra o programa de vacinação infantil, previna-se mais de 40 mil casos anuais de meningite tuberculosa. Impacto como este depende de alta cobertura vacinal, razão pela qual é tão importante que toda criança receba a vacina BCG.

D PaT + SALK INFANTIL

Vacina Tríplice Bacteriana Acelular

A vacina tríplice acelular (DPaT) é constituída de antígenos protetores contra a difteria, coqueluche e tétano. É composta por dois toxoides (tetânico e diftérico) e antígenos purificados da bactéria que causa a coqueluche (Bordetella pertussis), fazendo com que as reações à vacina sejam menos frequentes e mais leves. Esta vacina induz raríssimos efeitos colaterais, mantendo o mesmo grau de imunização que a tríplice comum.

Esta vacina imuniza contra três doenças extremamente importantes em crianças e adultos:

  • Difteria – Doença bacteriana grave que causa infecção na garganta com o surgimento de placas na orofaringe, podendo atingir também o coração, o sistema nervoso central, os rins e o fígado. Os sintomas principais são causados pelo toxoide diftérico produzido pela bactéria.
  • Coqueluche – Doença grave, responsável por grande mortalidade entre lactentes. Causa infecção do trato respiratório e caracteriza-se por acessos de tosse intensos, com prejuízo significativo do estado geral. Muito grave em crianças, especialmente nos menores de 1 ano, ocorre também em adultos, na maioria das vezes com quadros de tosse seca prolongada.
  • Tétano – Doença bacteriana rara, virtualmente inexistente em países desenvolvidos graças à vacinação. Ocasiona quadro grave de hipertonia e espasmos musculares que podem levar ao óbito. Ocorre após ferimentos profundos ou, após o nascimento, com contaminação do coto umbilical em filhos de mães não imunizadas.

Quem pode tomar a vacina

  • A vacinação é rotineira e imprescindível a todos: adultos e crianças.

A vacinação básica consiste na aplicação de três doses, a partir dos 2 meses de idade, com intervalos de dois meses entre as doses. O primeiro reforço deve ser aplicado 12 meses após a última dose da vacinação básica e o segundo reforço após 18 meses do primeiro reforço. A partir daí os reforços devem ser dados a cada dez anos.

Existe também essa mesma vacina tríplice acelular com composição adequada para adultos, que pode ser usada como reforço após a infância, a cada dez anos.

Eficácia

  • 100% para difteria e tétano.
  • 77% a 95% para coqueluche.

A imunidade pela vacina dura em média sete a dez anos após a ultima dose. Adultos não imunizados podem se tornar fontes de infecção para crianças ainda não vacinadas.

Reações adversas

As reações vacinais mais frequentes são o eritema e discreta dor local. Raramente podem ocorrer nódulos e abscessos. Sintomas gerais podem ocorrer raramente como febre de intensidade variável, sonolência, irritabilidade, mal-estar e vômitos.

  • Maiores de 7 anos não podem receber a apresentação pediátrica da vacina tríplice. A indicação neste caso é a dupla do tipo adulto (apenas contra difteria e tétano) ou, se maior de 10 anos, a tríplice bacteriana acelular do tipo adulto.
  • As grávidas devem ser vacinadas com a dupla do tipo adulto para a prevenção do tétano neonatal.
DENGUE (De 9 a 45 anos)

 

O que previne:

Infecção causada pelos quatro sorotipos de dengue: DEN1, DEN2, DEN3 e DEN4. A eficácia na prevenção da doença é de 65,5%; na prevenção de dengue grave e hemorrágica é de 93% e de internação é de mais de 80%.

Do que é feita:

Trata-se de vacina atenuada, composta pelos quatro sorotipos vivos do vírus dengue, obtidos separadamente por tecnologia de DNA recombinante. Contém ainda aminoácidos essenciais (incluindo fenilalanina), aminoácidos não essenciais, cloridrato de arginina, sacarose, trealose di-hidratada, sorbitol, trometamol e ureia. O diluente é constituído por cloreto de sódio e água para injeções. Não contém adjuvantes e conservantes.

Indicação:

A vacina está licenciada para crianças a partir de 9 anos de idade, adolescentes e adultos até 45 anos e é recomendada para indivíduos previamente infectados por um dos vírus da dengue (soropositivos com ou sem história da doença).

Contraindicação:

  • Pessoas imunodeprimidas.
  • Alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina.
  • Gestantes.
  • Mulheres amamentando.

Advertências e precauções (texto adaptado da bula do paciente):

Resultados preliminares de estudos indicam que pessoas que não tiveram contato com o vírus antes da vacinação apresentam mais chances de hospitalização ou de desenvolver dengue com sinais de alarme para gravidade (saiba mais em eventos adversos) caso sejam posteriormente infectadas pelo vírus. Diante disso, a vacina fica recomendada em duas situações:

  1. Indivíduos com infecção prévia confirmada em laboratório (sorologia positiva), para os quais a vacina se mantém segura e eficaz;
  2. Se o benefício da vacinação for superior ao potencial risco, situação que pode ocorrer em áreas onde há muitos casos da doença. A avaliação deve ser feita por um médico.

É importante destacar que a vacina não causa a dengue e que o risco aumentado não foi observado entre pessoas com sorologia positiva.

Esquema de doses:

Três doses com intervalo de seis meses.

Local de aplicação:

Subcutânea.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

É sugerido avaliar com seu médico a indicação da vacina, já que em pessoas vacinadas não infectadas previamente foi observado um risco aumentado de hospitalização e dengue com sinal de alarme (saiba mais em efeitos e eventos aversos).

Adiar a vacinação em caso de doença febril aguda moderada a grave.

A vacinação de pessoas portadoras do vírus HIV deve ser avaliada por médico, que pode prescrevê-la se não houver comprometimento do sistema imunológico.

Em pacientes que receberam tratamento com doses elevadas de corticosteroides sistêmicos por duas semanas ou mais, é preciso adiar a vacinação até a função imunológica estar restaurada (no mínimo quatro semanas após a interrupção do tratamento).

As mulheres em idade fértil devem evitar engravidar por quatro semanas após vacinação.

Preferencialmente, não aplicar no mesmo momento em que outras vacinas são administradas.

Efeitos e eventos adversos:

As reações adversas mais frequentemente relatadas foram: dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e mialgia.

As reações foram geralmente de gravidade leve a moderada e de curta duração (até três dias). O início foi tipicamente observado em até três dias após a vacinação, com exceção da febre, que surge dentro de 14 dias após a aplicação da vacina.

As reações adversas sistêmicas tendem a ser menos frequentes após a segunda e a terceira doses.

Reações adversas possíveis:

  • Em ≥ 10% dos vacinados: cefaleia, mialgia, dor no local da injeção, mal-estar, fraqueza e febre.
  • Entre 1% e 10% dos vacinados: vermelhidão na pele, hematoma, inchaço e coceira no local da injeção.
  • Em menos de 1% dos vacinados: surgimento de gânglios (linfoadenopatia), tontura, enxaqueca, náuseas, erupção cutânea, urticária, dor articular, endurecimento no local da injeção, sintomas gripais.

OBS: a febre foi menos frequente nos indivíduos com mais de 18 anos de idade. Hematoma e coceira no local da injeção foram menos frequente indivíduos dos 9 aos 17 anos de idade.

  • De acordo com estudos preliminares, pessoas que não tiveram contato com o vírus antes de se vacinar (soronegativos para dengue) apresentam mais chances de hospitalização (cinco a cada 1.000 pessoas) e de desenvolver dengue com sinais clínicos de alarme graus 1 ou 2 (duas a cada 1.000).  Entenda:
    • Grau I: febre acompanhada de sintomas inespecíficos, em que a única manifestação hemorrágica é a prova do laço positiva.
    • Grau II: além das manifestações do grau I, hemorragias espontâneas leves, como sangramento de pele, nariz e/ou da gengiva e outros).

OBS: A vacina não causa a doença.

Onde pode ser encontrada

Em clínicas privadas de vacinação.

DTP Acelular (A partir de 4 anos)
DTPa + SALK ped/adulto

O que previne:

Difteria, tétano e coqueluche.

Do que é feita:

Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Contém os toxoides diftérico e tetânico (derivados das toxinas produzidas pelas bactérias causadoras das doenças), e componentes da cápsula da bactéria da coqueluche (Bordetella pertussis), sal de alumínio como adjuvante, fenoxietanol, cloreto de sódio e água para injeção.

A quantidade de toxoide diftérico e de componentes pertussis é menor que na vacina infantil (DTPa).

Indicações:

  • Para reforço das vacinas DTPa ou DTPw em crianças a partir de 3 anos de idade, adolescentes e adultos.
  • Gestantes.
  • Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, sobretudo bebês com menos de 1 ano, incluindo familiares, babás, cuidadores e profissionais da Saúde.

Contraindicação:

Pessoas que apresentaram anafilaxia ou sintomas neurológicos causados por algum componente da vacina ou após a administração de dose anterior.

Esquema de doses:

  • Pode ser usada para a dose de reforço prevista para os 4-5 anos de idade.
  • Recomendada para o reforço na adolescência.
  • Recomendada para os reforços em adultos e idosos.
  • Para crianças com mais de 7 anos, adolescentes e adultos que não tomaram ou sem registro de três doses de vacina contendo o toxoide tetânico anteriormente, recomenda-se uma dose de dTpa seguida de duas ou três doses da dT.
  • As gestantes devem receber uma dose de dTpa, a cada gestação, ​a partir da 20ª semana de gestação. ​Se não vacinadas durante a gravidez, devem receber uma dose após o parto​, o mais precocemente possível (de preferência ainda na maternidade).

Via de aplicação:

Intramuscular.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de doença aguda com febre alta, a vacinação deve ser adiada até que ocorra a melhora.
  • Em pessoas com doenças que aumentam o risco de sangramento, a aplicação intramuscular pode ser substituída pela subcutânea.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode ser usada medicação para dor, sob prescrição médica.
  • Se ocorrer uma reação local muito intensa (Arthus), é importante observar o intervalo de dez anos após a aplicação da última dose da vacina para se administrar a dose de reforço.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais de 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

Efeitos e eventos adversos:

  • Em crianças com até 9 anos podem ocorrer: irritabilidade, sonolência, reações no local da aplicação (dor, vermelhidão e inchaço) e fadiga em mais de 10% dos vacinados. Até 10% podem manifestar falta de apetite, dor de cabeça, diarreia, vômito e febre. Distúrbios da atenção, irritação nos olhos e erupção na pele são incomuns – acometem apenas 0,1% a 1% dos vacinados.
  • Mais de 10% das crianças a partir de 10 anos, adolescentes e adultos experimentam dor de cabeça, reações no local da aplicação (dor, vermelhidão e inchaço), cansaço e mal-estar. Em até 10% acontecem tontura, náusea, distúrbios gastrintestinais, febre, nódulo ou abscesso estéril (sem infecção) no local da aplicação. São incomuns (entre 0,1% e 1% dos vacinados) sintomas respiratórios, faringite, aumento dos gânglios linfáticos, síncope (desmaio), tosse, diarreia, vômito, transpiração aumentada, coceira, erupção na pele, dor articular e muscular e febre acima de 39ºC.
  • A anafilaxia ocorre com menos de 0,01% das pessoas; inchaço generalizado, convulsões, urticária e fraqueza muscular com 0,01% a 0,1% dos vacinados.
  • A experiência com o uso da vacina sugere que há um pequeno aumento do risco de eventos adversos locais com a vacinação em doses repetidas e próximas (esquema de três doses em seis meses) em adultos com mais de 40 anos, bem como na dose de reforço das crianças (a partir de 10 anos de idade).

Onde pode ser encontrada:

  • Em clínicas privadas de vacinação.
  • Nas Unidades Básicas de Saúde para gestantes ​a partir da 20ª semana ​de gestação e profissionais da Saúde que atuam em maternidades e serviços de atendimento a recém-nascidos.
DTPa ADULTO

Indicação: Proteção contra a difteria, tétano e coqueluche.

Quem pode se vacinar: Crianças a partir de 4 anos, adolescentes, adultos e idosos.

Contraindicações: Hipersensibilidade aos componentes da vacina (anafilaxia), encefalopatia dentro de 7 dias após vacinação seguindo a imunização prévia de vacina com o componente pertussis (coqueluche).

Esquema de doses:
Crianças a partir de 4 anos de idade e adultos não vacinados com DTP, DTPa, dTpa ou dT ou com histórico vacinal desconhecido: três doses com intervalo de dois meses entre elas, sendo uma dose de dTpa (ou dTpa-VIP) e as seguintes com dT. A partir daí, reforços a cada 10 anos com dTpa ou dTpa-VIP. Na impossbilidade da vacina dT, todo o esquema pode ser feito com dTpa o dTpa-VIP.
Crianças a partir de 4 anos e adultos com esquema vacinal incompleto: completar o esquema com uma ou duas doses, sendo uma só dose com dTpa ou dTpa-VIP e as demais com dT. Na impossbilidade da vacina dT, todo o esquema pode ser feito com dTpa o dTpa-VIP.
Crianças a partir de 4 anos e adultos com esquema primário de três doses completo: reforços de 10 em 10 anos com uma dose de dTpa ou dTpa-VIP.
Gestantes: é recomendada uma dose em toda gestação, a partir da 20ª semana, preferencialmente entre a 27ª e a 32ª semana. Na impossibilidade de vacinação da gestante com a dTpa, pode ser utilizada a dTpa-VIP.

Eventos Adversos: Febre, dor e vermelhidão local.

Via de aplicação: Intramuscular.

DTPa+IPV ADULTO
  • Vacina contra Difteria-Tétano-Coqueluche acelular também conhecida como DTPa ou tríplice bacteriana acelular, combinada à vacina inativada contra a Poliomielite (IPV);
  • É indicada como vacinação de reforço tardio (5ª dose) para crianças pré-escolares, podendo ser usada até 13 anos de idade;
  • Reforços contra Difteria, Tétano e Coqueluche são feitos aos 15 anos de idade e a cada 10 anos consecutivamente, utilizando-se a vacina dTpa Adulto.
FEBRE AMARELA

O que previne:

Febre amarela.

Do que é feita:

Esta vacina é atenuada – composta de vírus vacinal amarílico vivo atenuado (enfraquecido), cultivado em ovo de galinha. Pode conter em sua formulação sacarose, glutamato, sorbitol, gelatina bovina, eritromicina, canamicina, cloridrato de L-histidina, L-alanina, cloreto de sódio e água para injeção.

Indicação:

Crianças a partir de 9 meses de idade, adolescentes e adultos que vivem em regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença, ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação.

O documento internacional de registro da vacina chama-se Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP). Para emissão do CIVP, é preciso procurar os serviços públicos ou privados habilitados para tal, pessoalmente, e apresentar um documento de identidade com foto e a caderneta de vacinação com o registro da vacina.

Contraindicações:

Crianças abaixo de 6 meses de idade.

Indivíduos infectados pelo HIV, sintomáticos e com imunossupressão grave comprovada por exame de laboratório.

Pessoas com imunodepressão grave por doença ou uso de medicação.

Pacientes que tenham apresentado doença neurológica desmielinizante no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina.

Mulheres amamentando crianças abaixo de 6 meses de idade. Se a vacinação não puder ser adiada até o bebê completar 6 meses, a mãe deve realizar, antes da vacinação, a ordenha do leite e manter congelado por 28 dias, em freezer ou congelador, para uso durante 28 dias (no mínimo 15 dias), período em que há risco de transmitir o vírus vacinal pelo leite e contaminar o bebê.

Pacientes submetidos a transplante de órgãos.

Pacientes com câncer.

Pessoas com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras).

Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).

Em princípio há contraindicação para gestantes, mas a administração deve ser analisada de acordo com o grau de risco, por exemplo, na vigência de surtos.

A vacinação de indivíduos a partir de 60 anos deve ser evitada, a menos que haja alto risco de infecção.

Esquema de doses:

Nas áreas brasileiras com recomendação de vacina:

Rotina: dose única: aos 9 meses idade;

Crianças, adolescentes e adultos que já tenham recebido uma dose não precisam ser vacinados novamente.

A viajantes para áreas com recomendação ou países que exigem o CIVP é recomendada a comprovação de apenas uma dose na vida.

Em situações de exigência da vacinação, a dose deve ter sido aplicada no mínimo dez dias antes da viagem.

Via de aplicação:

Subcutânea.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.

Em caso de febre recomenda-se adiar a vacinação até a melhora.

A administração da vacina em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico ou outras doenças autoimunes deve ser avaliada com cuidado, pois pode haver imunossupressão nesses pacientes.

Pacientes transplantados de células de medula óssea também devem ser avaliados, considerando o estado imunológico e o risco epidemiológico, respeitando-se o período mínimo de 24 meses após o transplante.

Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.

Todo e qualquer evento adverso grave e/ou inesperado deve ser notificado às autoridades de Saúde.

Efeitos e eventos adversos:

Entre os eventos locais, a dor no local de aplicação ocorre em 4% dos adultos vacinados e um pouco menos em crianças pequenas, e essa dor dura um ou dois dias, na forma leve ou moderada.

Manifestações gerais, como febre, dor de cabeça e muscular são os eventos mais frequentes e acontecem em cerca de 4% dos que são vacinados na primeira vez e menos de 2% nas segundas doses.

Apesar de muito raros, podem acontecer eventos graves: reações alérgicas, doença neurológica (encefalite, meningite, doenças autoimunes com envolvimento do sistema nervoso central e periférico) e doença em órgãos (infecção pelo vírus vacinal causando danos semelhantes aos da doença). No Brasil, entre 2007 e 2012, a ocorrência destes eventos graves foi de 0,42 caso por cem mil vacinados. Reações alérgicas como erupções na pele, urticária e asma acontecem com frequência de um caso para 130 mil a 250 mil vacinados. Entre 1999 e 2009, ocorreu anafilaxia na proporção de 0,023 caso para cem mil doses aplicadas. Entre 2007 e 2012, aconteceram 116 casos (0,2 caso em cem mil vacinados) de doença neurológica, principalmente quando se tratava de primeira dose e em idosos. Já a doença nos órgãos, chamada “viscerotrópica”, neste mesmo período, ocorreu em 21 pessoas (0,04 caso em cem mil vacinados).

Onde pode ser encontrada:

Nas clínicas privadas de vacinação credenciadas junto à Anvisa e nas Unidades Básicas de Saúde.

FEBRE TIFÓIDE

O que previne:

Febre tifoide.

Do que é feita:

Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

É composta por polissacarídeos da cápsula da bactéria (Salmonella typhi), fenol, cloreto de sódio, fosfato dissódico diidratado, fosfato monossódico diidratado e água para injeção.

Indicação:

Crianças a partir de 2 anos de idade, adolescentes e adultos que viajam para áreas de alta incidência da doença, em situações específicas de longa permanência e após análise médica criteriosa.

Profissionais que lidam com águas contaminadas e dejetos.

Contraindicação:

Hipersensibilidade conhecida a qualquer um dos componentes da vacina.

Esquema de doses:

Uma dose. A vacina confere proteção por três anos, de modo que a revacinação pode ser recomendada após este período, se o risco de adoecimento persistir ou retornar.

Via de aplicação:

Intramuscular ou subcutânea.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

Em caso de febre recomenda-se adiar a vacinação até a melhora.

Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.

Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos, pode ser usada medicação para dor, sob recomendação médica.

Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.

Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais de 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

Efeitos e eventos adversos:

A vacina febre tifoide causa poucas reações, sendo as mais frequentes relacionadas com o local da aplicação: dor, em 3,6% a 9,4% dos vacinados; vermelhidão, em 2,4% a 5,4%; inchaço, em 1,7% a 1,8%. Outras possíveis reações: febre, em 1,5% a 16,2%; dor de cabeça, em 10% a 7,8%; mal-estar, em 0,9% a 4%; náuseas, em 2,1% a 5%; e coceira, em 1,7% a 1,8%.

Onde pode ser encontrada:

Clínicas privadas de vacinação e centros de atendimento ao viajante.

GRIPE TETRAVALENTE – Acima de 3 anos

O que previne:

Infecção pelo vírus Influenza (que causa a gripe) contidos nas vacinas.

Do que é feita:

Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Sua formulação contém proteínas de diferentes cepas do vírus Influenza definidas ano a ano conforme orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que realiza a vigilância nos hemisférios Norte e Sul. As cepas vacinais são cultivadas em ovos embrionados de galinha e, por isso, as vacinas contêm traços de proteínas do ovo.

Existe vacina trivalente, com duas cepas de vírus A e uma cepa de vírus B, e vacina quadrivalente, com duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B.

Quando a apresentação é monodose, ou seja, em seringas prontas com doses individuais, a vacina não tem conservantes. Já a apresentação multidose, como acontece com outras vacinas, contém timerosal (derivado do mercúrio) como conservante.

Podem conter traços de formaldeído e antibióticos (geralmente gentamicina ou neomicina), utilizados durante a fabricação para prevenir contaminação por germes. Também contém cloreto de sódio e água para injeção.

Indicação:

Para todas as pessoas a partir de 6 meses de vida, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Contraindicação:

Pessoas com alergia grave (anafilaxia), a ovo de galinha, a algum componente da vacina ou a dose anterior.

Esquemas de doses:

Para crianças de 6 meses a 9 anos de idade: duas doses na primeira vez em que forem vacinadas (primovacinação), com intervalo de um mês e revacinação anual.

Para crianças maiores de 9 anos, adolescentes, adultos e idosos: dose única anual.

Para menores de 3 anos a dose é de 0,25 mL e para os maiores é de 0,5 mL.

Via de aplicação:

Intramuscular.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.

Pessoas com história de alergia grave ao ovo de galinha, com sinais de anafilaxia, devem receber vacina em ambiente com condições de atendimento de reações anafiláticas e permanecer em observação por pelo menos 30 minutos.

No caso de história de síndrome de Guillain-Barré (SGB) até seis semanas após a dose anterior da vacina, recomenda-se avaliação médica criteriosa sobre o risco-benefício antes de administrar nova dose.

Excetuando os casos aqui citados, não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.

Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode-se usar medicação para dor, sob recomendação médica.

Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.

Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais que 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

Efeitos e eventos adversos:

Manifestações locais como dor, vermelhidão e endurecimento ocorrem em 15% a 20% dos vacinados. Essas reações costumam ser leves e desaparecem em até 48 horas.

Manifestações sistêmicas também são benignas e breves. Febre, mal-estar e dor muscular acometem 1% a 2% dos vacinados. Têm início de seis a 12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias, sendo mais comuns na primeira vez em que tomam a vacina. Reações anafiláticas são raríssimas.

Sabe-se que a Síndrome de Guillain-Barré (SGB) pode ocorrer por mais de um motivo, mas em raras ocasiões seu surgimento coincidiu com a aplicação de uma vacina – nesses casos, surgiu entre um dia e seis semanas após a vacinação. Com exceção da vacina para gripe suína de 1976, todos os demais estudos que buscaram relação de causa entre vacinas influenza e SGB obtiveram resultados contraditórios, alguns encontrando essa relação e outros não. Até hoje não se sabe se a vacina influenza pode de fato aumentar o risco de recorrência da SGB em indivíduos que já a tiveram. Também é importante saber que alguns vírus podem desencadear essa síndrome.

Onde pode ser encontrada:

Na rede pública, para crianças de 6 meses a 5 anos de idade, gestantes, maiores de 60 anos, profissionais da Saúde, pessoas de qualquer idade com doenças crônicas (como diabetes, doenças cardíacas e respiratórias, imunocomprometidos, entre outras) e população indígena e privada de liberdade.

Na rede privada, para pessoas a partir de 6 meses, sem restrições de idade.

HAEMOPHILUS INFLUENZAE B

Sintomas

Haemophilus influenzae tipo b (Hib) é uma bactéria que atinge principalmente crianças até cinco anos, causando infecções que começam geralmente no nariz e na garganta, mas podem se espalhar para outras partes do corpo, incluindo pele, ouvidos, pulmões, articulações, membranas que revestem o coração, medula espinhal e cérebro. Essa bactéria pode causar diferentes doenças infecciosas com complicações graves, como pneumonia, inflamação na epiglote, dor de ouvido, infecção generalizada na corrente sanguínea, inflamação do pericárdio, inflamação das articulações e sinusite. Uma das piores doenças causadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b é a meningite, que geralmente tem um início súbito com febre, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e rigidez de nuca. Sequelas graves ocorrem de 3% a 5% dos sobreviventes de meningite por Hib como déficit auditivo grave e lesões cerebrais permanentes.

Transmissão

Haemophilus influenzae coloniza o aparelho respiratório. A transmissão da Hib se dá pelo contato com pessoas infectadas com a bactéria, mesmo que estes não apresentem manifestações clínicas. Os germes passam de pessoa a pessoa através das secreções da mucosa nasal. Se permanecerem no nariz e na garganta, provavelmente a pessoa não ficará doente. Algumas vezes, os germes localizam-se nos pulmões ou na corrente sanguínea e, então, a Hib pode causar problemas graves.

Prevenção

vacinação é a única forma de se prevenir contra a doença e sua eficácia é de 95% a 100% após a aplicação do esquema completo de imunização. Depois de implementar programas de vacinação abrangentes, vários países praticamente eliminaram as doenças causadas pela Hib (meningite e pneumonia, por exemplo). A maioria das crianças deve tomar a vacina contra Hib de acordo com o calendário vacinal: aos dois, quatro e seis meses de vida. Se a criança deixar de tomar uma dose ou estiver atrasada em relação às datas previstas, deve tomar a próxima dose da vacina assim que for possível – não é preciso começar novamente. Crianças com mais de cinco anos geralmente não precisam ser vacinadas contra Hib.

HEPATITE A ADULTO (ACIMA DE 16 ANOS)

O que previne:

Hepatite A.

Do que é feita:

Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

É composta por antígeno do vírus da hepatite A, sal de alumínio amorfo, estabilizante (varia conforme o fabricante), cloreto de sódio a 0,9%. Pode conter traços de antibiótico (neomicina), fenoxietanol e formaldeído.

Na rede privada está disponível a apresentação pediátrica (para uso até 15, 17 ou 19 anos de idade, dependendo do fabricante) e de adultos.

Indicação:

Todas as pessoas a partir de 12 meses de vida.

Contraindicação:

Pessoas que tiveram reação anafilática a algum componente da vacina ou a dose anterior.

Esquema de doses:

  • Duas doses com intervalo de seis meses.
  • As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam a aplicação rotineira aos 12 e 18 meses de idade, ou o mais cedo possível, quando a vacinação não ocorrer nestas idades recomendadas.
  • O Programa Nacional de Imunizações (PNI) alterou, em 201​7, a faixa etária do esquema de dose única da vacina para crianças entre 15 meses e antes de completar ​5 anos de idade.

Via de aplicação:

Intramuscular.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de doença aguda com febre alta, a vacinação deve ser adiada até que ocorra a melhora.
  • Em pessoas com doenças que aumentam o risco de sangramento, a aplicação intramuscular pode ser substituída pela subcutânea.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode ser usada medicação para dor, sob prescrição médica.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais de 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

Efeitos e eventos adversos:

  • Em 10% dos vacinados ocorrem: irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da aplicação.
  • Entre 1% e 10% dos vacinados apresentam perda de apetite, sonolência, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre baixa, endurecimento no local da aplicação.
  • Entre 0,1% e 1% dos vacinados relatam sintomas respiratórios, rinite, vertigem, erupções na pele, dor muscular, rigidez muscular.
  • Em 0,01% a 0,1% houve diminuição da sensibilidade, dormências, coceira, calafrios.

Onde pode ser encontrada:

  • Nas Unidades Básicas de Saúde, para crianças de 1​5 meses a ​4 anos, 11 meses e 29 dias de idade.
  • Nas clínicas privadas de vacinação, para crianças a partir de 12 meses, adolescentes e adultos.
  • Nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Cries) para pessoas com algumas condições clínicas de risco para a hepatite A: doenças crônicas do fígado, inclusive portadores do vírus da hepatite C e portadores crônicos do vírus da hepatite B; distúrbios de coagulação, pacientes com HIV/Aids; imunodeprimidos por doença ou tratamento; doenças de depósito; fibrose cística; trissomias; candidatos a transplante de órgão sólido; transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; doadores de órgão sólido ou de medula óssea; hemoglobinopatias.
HEPATITE A INFANTIL

O que é hepatite?

Hepatite é uma inflamação do fígado que pode atingir tanto adultos quanto crianças de qualquer idade. Os vírus A, B e C são os mais comuns, mas existem também os do tipo D e E.

Em circunstâncias bem mais raras, a doença pode ser causada por bactérias, parasitas e até certos medicamentos.

O problema é que uma pessoa pode estar com hepatite sem apresentar nenhum sintoma. Quanto mais velha a pessoa, mais chances há de ter sintomas, deixando os bebês e as crianças menores como o grupo menos provável de mostrar qualquer sinal.

Quando a pessoa apresenta sintomas da hepatite, depois se recupera plenamente e não é mais contagiosa, fica diagnosticado um quadro de hepatite aguda, para o qual não existe remédio.

Quem tem a doença de forma crônica continua a ser sempre contagioso e pode desenvolver diversas complicações ao longo do tempo, como danos permanentes, falência ou câncer de fígado, dependendo do tipo de hepatite e da saúde geral.

Conforme o caso, crianças com hepatite crônica podem vir a ser medicadas por um especialista.

O que é hepatite A?

Esse tipo de vírus da hepatite passa para as fezes e é facilmente transmitido de pessoa para pessoa através do contato. Uma criança pode, por exemplo, contrair hepatite A ao colocar a mão na boca depois de tocar alguma coisa contaminada pelas fezes de alguém com o vírus.

Condições sanitárias ruins facilitam a transmissão da doença pela água ou por alimentos.

Como crianças infectadas não costumam ter sinais da doença, os pesquisadores acabam tendo mais dificuldade para determinar os números do problema, mas o que se sabe é que a incidência na região Nordeste do Brasil era maior que nas outras áreas do país.

Com a inclusão da vacina no calendário do SUS, a incidência vem gradualmente diminuindo.

Dá para saber se meu filho está com hepatite A?

Em casos graves, os sintomas incluem febre, fadiga, inapetência, vômito, dor abdominal, urina escura e pele e olhos amarelados (icterícia). Esses sintomas costumam durar de duas semanas a dois meses ou até mais.

A dificuldade é que grande parte das crianças com a doença não apresenta sintomas. Se você acha que seu filho foi exposto ao vírus, leve-o ao pediatra.

Existe algum jeito de prevenir a hepatite A?

A vacina contra hepatite A protege uma pessoa por cerca de 20 anos.

Outra medida preventiva é lavar bem as mãos com água morna e sabonete, especialmente depois de usar o banheiro, trocar fraldas e antes de mexer com alimentos. Lave também as mãos das crianças, bebês inclusive.

E se uma criança for exposta ao vírus da hepatite A?

Se ela tiver sido vacinada:

Crianças que tomam a vacina estão protegidas contra a doença. No esquema público, a dose é única. No particular, são duas doses. Para crianças que só receberam a primeira dose, mas ela aconteceu ao menos duas semanas antes da exposição ao vírus, não deve haver problema, embora seja boa ideia conversar com o médico.

É importante também que a segunda dose, no esquema particular, seja dada no tempo certo (de seis meses a um ano após a primeira).

 Uma criança que tomou a primeira dose menos de duas semanas antes de ter contato com a hepatite A precisa ser levada a um médico o mais rápido possível. Ele provavelmente vai recomendar uma injeção de imunoglobulina, uma substância que contém os anticorpos do vírus.

Se ela não tiver sido vacinada:

Ligue para o médico rápido. Crianças de 1 ano ou mais não vacinadas devem receber uma injeção de imunoglobulina e a primeira dose da vacina assim que possível. Quanto mais se espera, menor a chance de o tratamento funcionar.

HEPATITE A+B ADULTO

O que previne:

Infecções do fígado (hepatites) causadas pelos vírus da hepatite A e hepatite B.

Do que é feita:

Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

É composta do vírus inativado (morto) da hepatite A e da proteína de superfície do vírus da hepatite B. Também possui em sua composição: sais de alumínio, formaldeído, sulfato de neomicina, fenoxietanol, polissorbato 20, cloreto de sódio e água para injeção.

Indicação:

Crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos.

É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra as duas hepatites.

Contraindicação:

Pessoas que apresentaram anafilaxia provocada por qualquer componente da vacina ou por dose anterior.

Pessoas que desenvolveram púrpura trombocitopênica após dose anterior de vacina com antígenos do vírus da hepatite B.

Esquemas de doses:

Para crianças e adolescentes a partir de 1 ano e menores de 16: duas doses com intervalo de seis meses.

Para adolescentes a partir dos 16 anos, adultos e idosos: três doses, sendo a segunda aplicada um mês após a primeira, e a terceira, cinco meses após a segunda.

Pessoas com indicação de dose dobrada da vacina hepatite B ou esquema de quatro doses, devem receber complementação com a vacina hepatite B.

Via de aplicação:

Intramuscular profunda.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.

Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.

Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.

Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.

Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

Efeitos e eventos adversos:

Reações no local da aplicação, como vermelhidão e inchaço por mais de 24 horas e dor intensa foram relatados por 1,5% dos vacinados. Eventos gerais como febre, dor de cabeça, mal-estar, cansaço, náusea e vômito ocorrem com 0,3% a 10% dos vacinados. Não há relato de eventos adversos graves, mas podemos esperar o mesmo risco que existe para as vacinas isoladas hepatite A e hepatite B.

Onde pode ser encontrada:

Em clínicas privadas de vacinação.

HEPATITE A+B INFANTIL
HEPATITE B ADULTO (ACIMA DE 16 ANOS)
HEPATITE B INFANTIL

  • HERPES ZOSTER
  • HEXAVALENTE (DTPa+HIB+Salk+Hepatite B)
  • HPV BIVALENTE
  • HPV QUADRIVALENTE
  • MENINGOCOCO ACWY – Abaixo de 12 meses
  • MENINGOCOCO ACWY – Acima de 12 meses
  • MENINGOCOCO B
  • MENINGOCOCO C
  • MENINGOCOCO C + Hib
  • PENTAVALENTE (DTPa+HIB+Salk)
  • PENTAVALENTE / POLIACEL
  • PNEUMOCOCO 13 VALENTE
  • PNEUMOCOCO 23 VALENTE
  • RAIVA
  • ROTAVIRUS
  • ROTAVIRUS PENTAVALENTE
  • SARAMPO, RUBEOLA, CAXUMBA / MMR
  • TETRA VIRAL (Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela)
  • VARICELA
  • VARICELA – A partir de 9 meses
  • VARICELA – Acima de 12 meses
HERPES ZOSTER
HEXAVALENTE (DTPa+HIB+Salk+Hepatite B)
HPV BIVALENTE
HPV QUADRIVALENTE
MENINGOCOCO ACWY – Abaixo de 12 meses
MENINGOCOCO ACWY – Acima de 12 meses
MENINGOCOCO B
MENINGOCOCO C
MENINGOCOCO C + Hib
PENTAVALENTE (DTPa+HIB+Salk)
PENTAVALENTE / POLIACEL
PNEUMOCOCO 13 VALENTE
PNEUMOCOCO 23 VALENTE
RAIVA
ROTAVIRUS
ROTAVIRUS PENTAVALENTE
SARAMPO, RUBEOLA, CAXUMBA / MMR
TETRA VIRAL (Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela)
VARICELA
VARICELA – A partir de 9 meses
VARICELA – Acima de 12 meses

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