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07/dez/2019

Durante a infância tomamos uma vacina atrás da outra e depois ficamos com aquela impressão de que já estamos imunizados contra tudo, porém não é bem assim que funciona. Muitas das vacinas que tomamos nos primeiros anos de vida vão enfraquecendo com o passar dos anos, tornando necessário reforçar algumas doses, além de outras vacinas que precisam ser tomadas periodicamente.

Aproveitando que estamos no mês dos pais e da campanha Agosto Azul, que conscientiza sobre a importância dos homens cuidarem da saúde, neste ARTIGO falaremos sobre sete vacinas essenciais que todo homem deve tomar.

Hepatite B

A hepatite B atinge aproximadamente 500 milhões de pessoas no mundo todo, a maioria homens. É causada pelo vírus HBV, o mesmo causador de todos os tipos de hepatite, porém o tipo B ataca especificamente o fígado, causando infecções e podendo desenvolver um quadro crônico, se não for tratado. É facilmente transmissível, principalmente por relações sexuais.

A Vacina da Hepatite B faz parte do calendário de vacinação infantil e é aplicada em três doses. Os adultos que não tomaram a vacina durante a infância precisarão tomar as três doses com intervalos de um a cinco meses entre cada uma. Quem não lembra de ter tomado também pode repetir a dose sem correr riscos, independente da idade.

Ainda há a possibilidade de tomar a Vacina da Hepatite A e B, que imuniza contra esses dois tipos da doença.

HPV

A Vacina do HPV imuniza contra o perigoso papiloma vírus humano, que causa doenças graves como verrugas genitais e câncer de colo de útero, pênis, ânus e garganta. O vírus é transmitido por relações sexuais e costuma apresentar uma incidência maior em homens.

A vacina bivalente protege contra os tipos 16 e 18 do vírus e a quadrivalente acrescenta proteção para os tipos 6 e 11. A bivalente é recomendada exclusivamente para mulheres, mas a quadrivalente oferece uma proteção mais completa e pode ser tomada por homens de até 26 anos de idade.

Tríplice Bacteriana

A Vacina Tríplice Bacteriana protege contra difteria, tétano e coqueluche, três doenças causadas por bactérias diferentes. Essa é outra vacina que pertence ao calendário de vacinação infantil, mas que deve ser reforçada periodicamente.

Com a vacina dupla é reforçado a proteção contra difteria e tétano, sendo necessária uma dose a cada 10 anos. A vacina tríplice acrescenta a proteção contra coqueluche e estende o intervalo entre as doses para 20 anos.

Herpes-zóster

Quem teve catapora na infância pode ficar com o vírus Varicela-Zóster escondido em algumas células de maneira silenciosa. Com o passar dos anos, principalmente na terceira idade, o vírus pode se manifestar novamente de maneira muito intensa, causando fortes dores no corpo inteiro.

A incidência da doença é comum na terceira idade devido a queda de imunidade que ocorre naturalmente nessa fase da vida. Mais de 60% dos casos de herpes-zóster acontecem após os 50 anos de idade, sendo essa a idade recomendada para tomar a vacina.

Febre amarela

A vacina da febre amarela é indicada para pessoas que vão viajar para fora do país ou moram em regiões de risco da doença. Atualmente a vacina garante imunização definitiva e não é mais necessário reforçar a dose a cada 10 anos. Pessoas de todas as idades que ainda não tomaram a vacina podem se vacinar normalmente.

Influenza

A vacina da gripe deve ser reforçada todos os anos, pois esses vírus mais comuns e facilmente transmissíveis, como o Influenza, estão sofrendo constantes mudanças. Desse modo, a cada ano é necessário atualizar a vacina com novos anticorpos que consigam se defender deste vírus, que já não é mais o mesmo.

Tríplice Viral

Atualmente o Brasil está sofrendo um surto de sarampo, caxumba e rubéola e se vacinar é o melhor jeito de estar totalmente protegido contra o vírus que causam essas doenças. A imunização é garantida pela Vacina Tetravalente, que também protege contra o vírus da catapora.

Essa vacina faz parte do calendário de vacinação infantil, mas adultos de até 49 anos que não foram vacinados também podem tomá-la. Quem tem dúvida se já tomou ou não pode tomar a vacina novamente, pois não há nenhum risco em repetir a dose.

A ImuneLife disponibiliza todas essas vacinas. Reserve já as suas doses e aproveite o mês dos pais com muita saúde e leveza!

 

Referências

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-hepatite-b

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-hpv4

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-pentavalente

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-herpes-zoster

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-febre-amarela-fa

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-gripe-influenza

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-triplice-viral-sarampo-caxumba-e-rubeola-scr


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07/dez/2019

Entenda o HPV

Uma pesquisa recente realizada pelo Ministério da Saúde aponta que metade dos jovens brasileiros entre 16 e 25 anos possui algum tipo de HPV (Human Papiloma Virus ou Vírus do Papiloma Humano). Os dados são assustadores e chamam atenção para a importância da prevenção desta infecção, que pode ser feita por meio da vacinação, responsável por proteger contra dois tipos do vírus.

Mas você sabe exatamente o que é o HPV, como ele é transmitido e os sintomas que normalmente causa?

Muito mais do que um sigla em inglês, o HPV é um grupo de vírus transmitidos sexualmente, pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas, especialmente as mucosas oral, genital ou anal. Embora a camisinha feminina seja mais eficiente que a masculina (por cobrir uma área genital maior), só o uso de preservativo não exclui o risco de contágio do HPV, presença de feridas na vagina, ânus ou pênis, da mesma forma, pode facilitar a transmissão.

Existem mais de 200 variações desse tipo de vírus. A maioria está associada a lesões benignas, como o aparecimento de verrugas, que podem ser clinicamente removidas. No entanto, existem 12 subtipos de HPV que possivelmente estão associados aos cânceres do colo do útero, pênis, orofaringe e, até mesmo, do câncer reto-anal. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o HPV está diretamente associado a 70% dos casos de Câncer de Colo do Útero, que é a segunda causa de morte por câncer entre as mulheres da América Latina.

O que você precisa saber sobre o HPV…

Alguns fatos sobre o HPV é que determinadas verrugas que aparecem nos órgãos genitais causadas pelo vírus podem ser isoladas ou agrupadas e indolores; pode surgir irritação ou coceira no local; o risco de transmissão é muito maior quando as verrugas são visíveis; estas lesões podem aparecer no pênis, ânus, vagina, vulva (genitália feminina), colo do útero, boca e garganta; o vírus pode ficar latente no corpo (a lesão muitas vezes aparece alguns dias ou anos após o contato) e as manifestações costumam ser mais comuns em gestantes e pessoas com imunidade baixa.

Vale lembrar que uma infecção recente não costuma apresentar qualquer tipo de sintoma, porém a longo prazo, o diagnóstico geralmente aparece quando o HPV já provocou o surgimento de algum tipo de câncer, o que reforça mais ainda a importância da imunização.

Importante

O exame preventivo, que abrange o Papanicolau ou o Citopatológico, é capaz de detectar as lesões precursoras. Quando essas alterações que antecedem o câncer são identificadas e tratadas, é possível prevenir a doença em 100% dos casos. De acordo com o Ministério da Saúde, o recomendável é que o exame seja feito anualmente e preferencialmente pelas mulheres entre 25 e 64 anos, que têm ou já tiveram atividade sexual.

Vacinação contra o HPV

Você sabe como a Vacina HPV funciona? A ImuneLife te responde!

A vacina estimula a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV, porém a proteção contra a infecção também dependerá da quantidade de anticorpos produzidos pela pessoa vacinada. Essa vacina é destinada exclusivamente à utilização preventiva, ou seja, não trata as infeções pré-existentes ou a doença clínica já estabelecida.

Na ImuneLife você encontra a Vacina HPV2 que previne infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 16 e 18, além do câncer de colo de útero. De acordo com a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), a vacina é licenciada para meninas e mulheres a partir dos 9 anos de idade e o esquema é de duas ou três doses, dependendo da idade de início da vacinação.

  • Para meninas de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias são recomendadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 – 6 meses);
  • A partir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses);
  • Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

 

Referências

Vacina HPV2

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/75-vacina-hpv-bivalente-16-18

HPV

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/hpv

HPV atinge mais da metade dos jovens brasileiros

https://saude.abril.com.br/medicina/hpv-atinge-mais-da-metade-dos-jovens-brasileiros/

 


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