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16/set/2019

Durante a infância tomamos uma vacina atrás da outra e depois ficamos com aquela impressão de que já estamos imunizados contra tudo, porém não é bem assim que funciona. Muitas das vacinas que tomamos nos primeiros anos de vida vão enfraquecendo com o passar dos anos, tornando necessário reforçar algumas doses, além de outras vacinas que precisam ser tomadas periodicamente.

Aproveitando que estamos no mês dos pais e da campanha Agosto Azul, que conscientiza sobre a importância dos homens cuidarem da saúde, neste ARTIGO falaremos sobre sete vacinas essenciais que todo homem deve tomar.

Hepatite B

A hepatite B atinge aproximadamente 500 milhões de pessoas no mundo todo, a maioria homens. É causada pelo vírus HBV, o mesmo causador de todos os tipos de hepatite, porém o tipo B ataca especificamente o fígado, causando infecções e podendo desenvolver um quadro crônico, se não for tratado. É facilmente transmissível, principalmente por relações sexuais.

A Vacina da Hepatite B faz parte do calendário de vacinação infantil e é aplicada em três doses. Os adultos que não tomaram a vacina durante a infância precisarão tomar as três doses com intervalos de um a cinco meses entre cada uma. Quem não lembra de ter tomado também pode repetir a dose sem correr riscos, independente da idade.

Ainda há a possibilidade de tomar a Vacina da Hepatite A e B, que imuniza contra esses dois tipos da doença.

HPV

A Vacina do HPV imuniza contra o perigoso papiloma vírus humano, que causa doenças graves como verrugas genitais e câncer de colo de útero, pênis, ânus e garganta. O vírus é transmitido por relações sexuais e costuma apresentar uma incidência maior em homens.

A vacina bivalente protege contra os tipos 16 e 18 do vírus e a quadrivalente acrescenta proteção para os tipos 6 e 11. A bivalente é recomendada exclusivamente para mulheres, mas a quadrivalente oferece uma proteção mais completa e pode ser tomada por homens de até 26 anos de idade.

Tríplice Bacteriana

A Vacina Tríplice Bacteriana protege contra difteria, tétano e coqueluche, três doenças causadas por bactérias diferentes. Essa é outra vacina que pertence ao calendário de vacinação infantil, mas que deve ser reforçada periodicamente.

Com a vacina dupla é reforçado a proteção contra difteria e tétano, sendo necessária uma dose a cada 10 anos. A vacina tríplice acrescenta a proteção contra coqueluche e estende o intervalo entre as doses para 20 anos.

Herpes-zóster

Quem teve catapora na infância pode ficar com o vírus Varicela-Zóster escondido em algumas células de maneira silenciosa. Com o passar dos anos, principalmente na terceira idade, o vírus pode se manifestar novamente de maneira muito intensa, causando fortes dores no corpo inteiro.

A incidência da doença é comum na terceira idade devido a queda de imunidade que ocorre naturalmente nessa fase da vida. Mais de 60% dos casos de herpes-zóster acontecem após os 50 anos de idade, sendo essa a idade recomendada para tomar a vacina.

Febre amarela

A vacina da febre amarela é indicada para pessoas que vão viajar para fora do país ou moram em regiões de risco da doença. Atualmente a vacina garante imunização definitiva e não é mais necessário reforçar a dose a cada 10 anos. Pessoas de todas as idades que ainda não tomaram a vacina podem se vacinar normalmente.

Influenza

A vacina da gripe deve ser reforçada todos os anos, pois esses vírus mais comuns e facilmente transmissíveis, como o Influenza, estão sofrendo constantes mudanças. Desse modo, a cada ano é necessário atualizar a vacina com novos anticorpos que consigam se defender deste vírus, que já não é mais o mesmo.

Tríplice Viral

Atualmente o Brasil está sofrendo um surto de sarampo, caxumba e rubéola e se vacinar é o melhor jeito de estar totalmente protegido contra o vírus que causam essas doenças. A imunização é garantida pela Vacina Tetravalente, que também protege contra o vírus da catapora.

Essa vacina faz parte do calendário de vacinação infantil, mas adultos de até 49 anos que não foram vacinados também podem tomá-la. Quem tem dúvida se já tomou ou não pode tomar a vacina novamente, pois não há nenhum risco em repetir a dose.

A ImuneLife disponibiliza todas essas vacinas. Reserve já as suas doses e aproveite o mês dos pais com muita saúde e leveza!

 

Referências

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-hepatite-b

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-hpv4

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-pentavalente

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-herpes-zoster

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-febre-amarela-fa

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-gripe-influenza

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-triplice-viral-sarampo-caxumba-e-rubeola-scr


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16/set/2019

O Brasil é referência mundial em vacinação, porém nos últimos anos houve uma queda considerável na cobertura de vacinas no País, devido aos movimentos antivacinais e à falta de informação. Muitas pessoas acham que vacinas só são necessárias para bebês e crianças, mas esse pensamento é totalmente equivocado!

Existe um calendário de vacinação que atende todas as idades, portanto, adolescentes, adultos e idosos não estão livres das vacinas, que ainda é o principal meio de evitar doenças imunopreveníveis e infectocontagiosas.

Outro fato importante é que estar com a vacinação em dia protege não só a si mesmo como a todos que estão ao seu redor, pois impede que os vírus continuem sendo transmitidos. Além disso, não são apenas as vacinas do calendário de vacinação que devem ser tomadas, mas também as vacinas de campanhas que imunizam contra doenças específicas e facilmente transmissíveis.

Vacinas para adultos

A partir dos 20 anos de idade, os anticorpos adquiridos pelas vacinas já estão enfraquecidos, então é preciso reforçar as doses. Caxumba, rubéola, sarampo, febre amarela, hepatite B, tétano e difteria são as principais doenças que precisam de imunização na fase adulta.

Para isso, quatro vacinas são necessárias:

  • A Tetraviral, que protege contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a varicela. É uma dose única, desta forma, caso tenha tomado apenas a Tríplice Viral na infância, a Tetraviral serve de reforço por oferecer uma proteção mais completa e ainda incluir a imunização contra a varicela. Gestantes e pessoas com imunidade baixa não podem tomar esta vacina;
  • A vacina da Hepatite B é aplicada junto com a Hexavalente (DTPa-VIP-HB/HIb), que protege contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e poliomielite. São três doses para quem não tomou a vacina na infância ou nunca teve a doença. A segunda dose deve ser tomada um mês após a primeira e a terceira seis meses após a segunda;
  • A dT (Dupla Adulto) protege contra difteria e tétano e deve ser tomada de 10 em 10 anos durante toda a vida;
  • A vacina da Febre Amarela, por sua vez, é indicada para quem mora em regiões com alto risco da doença ou quem vai viajar para fora do País. A rede particular oferece uma dose vitalícia, ou seja, que dura para a vida inteira sem a necessidade de reforço.

Vacina para idosos

A vacinação na terceira idade é ainda mais importante que em adultos, pois nessa fase da vida as pessoas tendem a ter certas doenças com mais facilidade devido a uma queda natural da imunidade.

Mesmo sendo necessário se imunizar, o recomendado é buscar uma opinião médica antes de tomar qualquer vacina nessa idade. Desse modo, o médico poderá avaliar quais são os riscos que o paciente corre ao tomar aquela vacina e se ela realmente é necessária para sua situação.

As vacinas recomendadas para idosos são:

  • A Vacina Influenza, que protege contra os vírus da gripe, deve ser tomada anualmente, pois os vírus estão em constante mudança, fazendo com que todos os anos a dose seja atualizada;
  • A VPC 13 (Vacina Pneumocócica Conjugada 13 Valente) previne doenças como pneumonia, meningite e otite, oferecendo uma proteção mais completa contra 13 subtipos de pneumococos;
  • A vacina da Herpes-zoster imuniza contra os efeitos tardios do vírus da catapora, que em idosos pode causar sintomas muito agressivos;
  • Outras vacinas necessárias para adultos também são recomendadas para idosos, como a Hexavalente e a Tetraviral.

A ImuneLife disponibiliza doses de todas essas vacinas, além das que são obrigatórias no calendário de vacinação infantil, com doses completas e reforçadas. Entre em contato conosco e garanta sua saúde e da sua família!

 

Referências

https://www.einstein.br/estrutura/centro-imunizacao/calendario-vacinacao

https://www.unasus.gov.br/noticia/vacinas-devem-ser-tomadas-em-diversas-faixas-etarias

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-gripe-influenza

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-febre-amarela-fa

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacina-tetraviral-scr-v

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacinas-combinadas-a-dtpa

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/vacinas-pneumococicas-conjugadas


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16/set/2019

Por que a vacinação infantil é tão importante?

No ano de 2018, o Brasil registrou o menor índice de vacinação infantil dos últimos 16 anos. A meta do Ministério da Saúde é que ao menos 95% das crianças tomem todas as vacinas necessárias, porém cada vacina está ficando com uma média de 70% a 80% de cobertura, longe de atingir a meta.

Com cada vez menos crianças sendo imunizadas, doenças que já haviam sido eliminadas estão voltando a circular como, por exemplo, o sarampo. A vacinação infantil sempre será indispensável, pois protegem de forma individual e coletiva, evitando que algumas doenças continuem se disseminando.

A importância das vacinas

Quando uma criança nasce, sua imunidade é praticamente inexistente, ou seja, ela ainda não criou nenhum tipo de anticorpo para combater vírus e doenças. Toda criança já possui uma lista de vacinas que devem ser tomadas desde o nascimento, mas é importante que as mães já tomem algumas vacinas durante a gestação. Desse modo, os anticorpos da mãe serão compartilhados com o bebê e ele não nascerá tão desprotegido.

A vacinação é um método de prevenção muito seguro para diversas doenças perigosas como poliomielite e paralisia infantil, que podem causar sequelas graves a longo prazo. Dificilmente gera reações negativas (mas quando ocorre, geralmente, trata-se de uma reação alérgica e um médico deve ser consultado).

Seguindo o calendário de vacinas corretamente, a imunidade do seu filho é garantida na idade mínima e ideal para o corpo reagir adequadamente aos anticorpos sem comprometer o seu desenvolvimento.

Vacinas obrigatórias

Os recém-nascidos devem começar tomando duas vacinas: a BCG (Bacilo Calmette-Guerin) e a da Hepatite B. A BCG imuniza contra os principais tipos de tuberculose, incluindo os mais perigosos, como a miliar e a meníngea. Ambas possuem uma única dose.

Aos dois meses devem ser tomadas as primeiras doses de quatro vacinas: Pentavalente, protege contra tétano, difteria, coqueluche e reforça a vacina de hepatite B; VIP (Vacina Inativada Poliomelite), que protege contra poliomielite e paralisia infantil; Pneumocócica Conjugada 13, que garante imunização contra pneumonia, meningite e otite e Rotavírus Pentavelente, que protege contra os sintomas causados pelo rotavírus.

Lembrando que a segunda dose de todas essas vacinas deve ser aplicada no quinto mês e no sexto mês de vida da criança também há a terceira dose da Pentavalente e da VIP.

Aos três meses de vida do bebê a primeira dose da Meningocócica ACWY deve ser tomada e reforçada no quinto mês. Com nove meses é necessária a dose única da vacina da Febre Amarela e, completando um ano de vida, deve ser aplicada a primeira dose da Tríplice Viral, que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba e os reforços da Pneumocócica e da Meningocócica.

Com 15 meses (um ano e três meses) há mais dois reforços: da DTPW, também chamada de Tríplice Bacteriana e da VOP (Vacina Oral Poliomelite). Já no décimo quinto mês também são tomadas as doses únicas da vacina de Hepatite A e a Tetra Viral, que protege contra sarampo, rubéola, caxumba e catapora.

Aos quatro anos de idade deve ser tomado o segundo reforço da DTPW e da VOP e duas doses da Varicela Atenuada, que protege contra a catapora.

Não deixe de atualizar o calendário de vacinas do seu filho e garantir que ele fique protegido contra essas doenças desde os primeiros meses de vida. A ImuneLife disponibiliza todas essas vacinas e muitas outras para crianças, adolescentes e adultos. Entre em contato e garanta a sua saúde, do seu filho e de toda a sua família!

 

Referências

http://www.enciclopedia-crianca.com/vacinacao/segundo-especialistas/vacinacao-infantil

http://www2.ebserh.gov.br/web/hu-ufsc/noticias/-/asset_publisher/kolvfeKgK2VF/content/id/3381141/2018-08-ministerio-da-saude-alerta-para-importancia-da-vacinacao

https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-crianca.pdf

http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/calendario-vacinacao

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/06/vacinacao-de-criancas-no-pais-atinge-indice-mais-baixo-em-16-anos.shtml


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16/set/2019

Durante a gravidez, boa parte dos anticorpos da mãe é transferida para o seu bebê, o que já garante alguma proteção ao pequeno antes mesmo dele vir ao mundo. Essa troca de anticorpos não para por aí! A mãe continua protegendo o seu filho por meio da amamentação e mantendo seu sistema imunológico funcionando corretamente.

Além disso, a gestante é mais vulnerável a doenças bacterianas e vírus dos mais comuns aos mais graves, assim como o bebê que fica mais suscetível a doenças principalmente nos seus seis primeiros meses de vida. Por isso, é tão importante que as mulheres se vacinem durante a gravidez e após o parto.

Quanto mais proteção a mãe tiver na gestação, melhor será o sistema imunológico do seu bebê! Para ajudar nesta tarefa, separamos abaixo quais são as vacinas essenciais previstas no Calendário Vacinal da Gestante, confira:

Vacina Influenza (Gripe)

O vírus influenza é uma das maiores ameaças para as gestantes, pois é muito comum e pode ser encontrado por toda a parte. Nas gestantes, a gripe se manifesta com sintomas mais graves e podem representar um grande risco se não for devidamente tratada.

A Vacina da Influenza pode ser tomada em qualquer fase da gestação e possui duas variações: a trivalente e a tetravalente. A trivalente protege contra duas variações do tipo A e uma do tipo B, enquanto a tetravalente garante proteção contra uma variação a mais do tipo B. A única contraindicação é para mulheres que são alérgicas a ovo. Em qualquer outro caso a vacina não oferece riscos.

Vacinando-se contra a gripe, a futura mamãe não só garante a sua proteção, assim como a do seu bebê contra o vírus Influenza, pois os seus anticorpos podem ajudá-lo a se proteger do vírus nos primeiros meses de vida. Lembrando que a vacina da gripe só é recomendada para crianças após os seis meses de idade.

Vacina Hepatite B

Assim como a gripe, a Hepatite B também traz sintomas passageiros, porém muito mais fortes em grávidas devido ao seu sistema imunológico fragilizado. Muitas mulheres contraem a Hepatite B e nem suspeitam disso, o que pode ser um perigo para o bebê, já que o vírus pode ser transmitido durante a gravidez ou no momento do parto. Um bebê recém-nascido com Hepatite B tem 90% de chances de desenvolver uma hepatite crônica, por isso é tão importante que a mamãe tome essa vacina.

O esquema completo da Vacina Hepatite B consiste em três doses (0-1-6 meses). Se a gestante tiver recebido uma ou duas doses, deverá completar o resto do ciclo durante a gestação, não sendo necessário fazer o esquema desde o início. Lembrando que, independente de quantas doses precisar tomar, a vacina só pode ser aplicada a partir do quarto mês de gestação.

Vacinas DT ou dTpa

Também chamadas de dTpa (Tríplice Bacteriana Acelular do Tipo Adulto) e DT (Dupla Tipo Adulto), a primeira protege contra três doenças bacterianas: tétano, coqueluche e difteria, enquanto a segunda protege apenas contra a difteria e o tétano.

Assim como nos outros casos apresentados aqui, todas essas doenças também podem ser transmitidas de mãe para filho, por isso que a imunidade da gestante também garante a proteção do bebê após o nascimento.

Caso a mulher já tenha tomado essa vacina antes da gestação, o restante é mais fácil. Mas se não houver imunização, será necessário primeiro tomar duas doses da DT, com intervalo de 30 dias entre uma e outra. Se apenas uma dose foi tomada antes da gestação, deve-se tomar outra para reforçar os anticorpos.

Se as duas doses já foram tomadas antes de engravidar, uma única dose da dTpa já garante a proteção. O Ministério da Saúde ainda recomenda que essa dose seja tomada entre a 27ª e a 36ª semana (entre o sexto e o nono mês) de gestação, pois há mais compartilhamento de anticorpos nesse período e o bebê fica mais protegido.

Essas três vacinas são indispensáveis para todas as gestantes e garantem uma gravidez e um pós-parto muito mais saudável. Caso ainda não tenha tomado alguma dessas vacinas, venha atualizar o seu Calendário Vacinal da Gestante na ImuneLife!

 

Referências

https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-feminina/uso-de-medicamentos-durante-a-gravidez/uso-de-medicamentos-durante-a-gravidez

https://estudogeral.uc.pt/bitstream/10316/31435/1/TFINAL_MarianaPinto.pdf

https://bebe.abril.com.br/gravidez/as-vacinas-indispensaveis-na-gravidez-e-no-pos-parto/

https://saude.abril.com.br/familia/as-vacinas-indispensaveis-na-gravidez-mas-que-sao-pouco-tomadas/


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16/set/2019

Como proteger seu bebê da pneumonia

Muitas vezes, por mais que a mamãe e o papai se esforcem para proteger seu bebê da friagem e de um possível resfriado, parece ser inevitável. Esses cuidados são muito importantes, pois para um neném, qualquer gripe inofensiva pode se transformar em uma pneumonia. Será que é possível proteger seu bebê de doenças respiratórias? Descubra neste artigo.

Tipos e sintomas

A pneumonia pode ser comparada com a gripe, mas com sintomas mais fortes. Existem quatro tipos: viral, bacteriana, química e fúngica.

A viral é o tipo mais comum, sendo transmitida pelo mesmo vírus da gripe, o Influenza. A bacteriana é causada por algumas bactérias, sendo mais comum pelo agente Pneumococo. A química é causada por toxinas e agentes químicos e a fúngica por alguns tipos de fungos, sendo o tipo mais raro.

Durante as épocas frias do ano, como no inverno, nosso corpo fica mais propenso a desenvolver infecções. Em bebês é ainda pior, pois seu sistema imunológico frágil não consegue protegê-lo do vírus da gripe, que age com mais facilidade em temperaturas baixas.

Os sintomas da pneumonia no bebê agem com mais intensidade. Isso inclui tosse seca, febre alta, fraqueza, mal-estar e dificuldade para respirar. Geralmente, os sinais de que seu bebê está com pneumonia é quando ele subitamente parar de mamar, mesmo se incentivado, assim como quando ele demonstra muita dificuldade para respirar, sendo notável a retração de suas costelas e um barulho semelhante a “asas batendo” vindo de seu nariz.

Como proteger seu bebê?

Qualquer corrente de ar pode ser uma ameaça quando o assunto é pneumonia, então alguns cuidados básicos são necessários para proteger seu filho a todo momento. Os bebês sentem mais frio que o normal, então o primeiro passo é sempre mantê-los bem agasalhados com roupas quentinhas.

Na hora da soneca também é importante colocar roupas bem quentinhas, pois eles costumam se mexer muito e isso pode acabar afastando o cobertor. Quando for dar banho ou trocar de roupa, feche todas as portas e janelas para evitar que qualquer golpe de ar frio atinja o neném.

Dormir de cabelo molhado? Nem pensar! Atenção redobrada para meninas, que costumam ter mais cabelo. Deixar os pequenos expostos ao ar condicionado, seja no carro ou em outros ambientes fechados, também não é recomendado.

Evite sair com o bebê em dias muito frios ou chuvosos, assim como levá-lo para lugares fechados e com muitas pessoas, pois a proliferação do vírus é mais rápida nesses ambientes. Lugares muito úmidos e empoeirados também devem ser evitados, pois atacam as vias respiratórias e podem chegar aos pulmões.

Tratamentos

Apesar de grave, a pneumonia em bebês pode ser curada. Em casos mais simples são usados medicamentos para controlar a febre e muito líquido para hidratar o neném, podendo ser necessário o uso de antibióticos ou até uma internação quando o quadro é mais grave.

Com o inverno se aproximando, essas dicas são essenciais para manter seu bebê sempre seguro e saudável. Esteja preparado para a estação mais fria do ano e cuide bem do seu pequeno. Lembre-se: qualquer suspeita de pneumonia, leve-o a um pediatra o quanto antes!

 

Referências

https://tonello.med.br/pneumonia-em-bebe-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-protege-lo/

https://www.guiadobebe.com.br/pneumonia-em-bebes-e-criancas/


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16/set/2019

A febre amarela é uma doença viral transmitida pelo mesmo mosquito que transmite a dengue, o Aedes aegypti. A doença tem esse nome por deixar o corpo do paciente amarelado e causar diversos tipos de hemorragia.

Por ser um vírus tropical, ele é mais comum na América do Sul e na África. Quer saber mais sobre as causas, sintomas, tratamento e prevenção da febre amarela? Confira neste artigo.

Causas

Existem dois mosquitos que transmitem a febre amarela: o Aedes aegypti no meio urbano e o Haemagogus no meio rural e silvestre. Os mosquitos não são os causadores da doença, eles apenas a transmitem quando picam algum animal ou humano infectado pelo vírus.

Em ambos os casos, a doença é a mesma, não mudando os sintomas de um tipo para o outro. A única diferença é na disseminação do vírus.

Ainda existem boatos de que macacos também transmitem a febre amarela. A disseminação desta informação se intensificou após o último surto da doença no Brasil, entre os anos de 2017 e 2018. Porém, essa afirmação é falsa pela razão do macaco apenas desenvolver o vírus dentro de si, mas não ser o transmissor. Apenas o mosquito pode transmitir febre amarela para os humanos.

Sintomas

Por vezes, quem contrai febre amarela pode não demonstrar nenhum sintoma, mas quando se manifesta inclui: dores musculares, dor de cabeça, perda de apetite, náuseas, vômitos, vermelhidão nos olhos e no rosto, fotofobia, fadiga e fraqueza.

Esses sintomas duram em torno de três a quatro dias, mas há casos em que eles podem se agravar e atingir alguns órgãos, o que resulta em febres ainda mais fortes, urina escura, dores abdominais e hemorragias na boca, nariz, olhos e estômago.

Tratamento

A maioria das pessoas apresenta os sintomas mais leves da doença, que normalmente é curada por conta própria, sem a necessidade de realizar nenhum tipo de tratamento. Mas, nos casos mais graves, é essencial ficar em repouso, beber muito líquido para repor tudo que foi perdido e usar os antibióticos receitados pelo médico.

Previna-se!

Como prevenção, é possível ficar imune ao vírus por meio da vacina da febre amarela, o que pode durar cerca de 10 anos ou a vida inteira, dependendo da dose que for aplicada. Essa vacina é essencial em território brasileiro e obrigatória para viajar para outros países fora da América do Sul, como países do continente africano, por exemplo.

Se você ainda não é vacinado contra febre amarela, procure a ImuneLife e garanta já a sua proteção para o resto da vida!

 

Referências

https://www.minhavida.com.br/saude/temas/febre-amarela

https://www.bio.fiocruz.br/index.php/febre-amarela-sintomas-transmissao-e-prevencao


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16/set/2019

Clima de volta às aulas é sempre aquela correria. Entre organizar a rotina e preparar o seu filho para o retorno à escola, existe um detalhe que por vezes pode passar despercebido: a vacinação.

Um ambiente com muitas crianças juntas, fazendo as mais diversas atividades, desde brincar até dividir comida, eventualmente, sem lavar as mãos é a situação perfeita para bactérias e vírus agirem desenfreadamente. E é por isso que a vacinação é imprescindível antes do retorno às aulas.

Com a finalidade de ajudar você a preparar o seu pequeno para esse dia tão esperado, listamos aqui as vacinas que devem fazer parte do calendário vacinal de qualquer criança:

Tetra Viral

Uma criança com Sarampo pode transmitir o vírus para qualquer outra que tenha contato, e o único método de prevenção é por meio da vacinação. Se seu filho tiver de um a seis anos e ainda não for imunizado, ele precisa tomar a vacina Tetra Viral, que garante proteção não só contra o sarampo, mas também contra a rubéola, caxumba e catapora.

BCG

Crianças de até cinco anos precisam tomar a Vacina BCG, que protege contra os tipos mais perigosos de tuberculose. O mais indicado é que a vacina seja aplicada anualmente, desde o nascimento até os cinco anos de idade. A transmissão da tuberculose é direta.

Influenza

Por mais irrelevante que uma gripe possa parecer, ainda é necessário vacinar seu filho para que ele não tenha que perder dias de aula se recuperando. A vacina garante proteção contra três tipos do vírus influenza:  o A, B e C, sendo o tipo A o mais fácil de ser transmitido de pessoa para pessoa. Crianças de seis meses até cinco anos devem tomá-la anualmente.

Meningocócica

A vacina meningocócica conjugada quadrivalente garante proteção definitiva contra os quatro tipos de meningite: A, C, W e Y. A doença é transmitida por vírus ou bactérias e pode causar diversos sintomas diferentes, dependendo do tipo de meningite. Para que o seu pequeno não corra este risco, é essencial que a vacina ACWY seja tomada o quanto antes.

Agora que as aulas já tiveram início, evite maiores problemas. Caso o seu filho ainda não tenha tomado essas vacinas, providencie o quanto antes a atualização do cartão vacinal infantil. A ImuneLife pode te ajudar nesta tarefa!

 

Referências

https://familia.sbim.org.br/seu-calendario/crianca

https://blog.drconsulta.com/2017/05/31/13-vacinas-para-criancas-que-seu-filho-nao-pode-deixar-de-tomar/

https://revistacrescer.globo.com/Voce-precisa-saber/noticia/2015/02/atencao-vacinacao-do-seu-filho-na-volta-aulas.html


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16/set/2019

Vacinar-se é uma atitude individual, mas que faz um grande bem coletivo, pois é a forma mais eficiente de controlar epidemias de diversas doenças transmissíveis e imunopreveníveis. A vacinação, primordialmente, deve ser seguida à risca, e toda a população, independente da faixa etária, deve estar imunizada.

Lembrando que no Brasil temos um calendário vacinal para diversos grupos, basta identificar e atualizá-lo sempre que necessário.

Vacinação em grupo

É pensando na comodidade e facilidade dos nossos clientes, que a ImuneLife trabalha com a Vacinação em Grupo, que pode ser solicitada por empresas, escolas e condomínios.

Sabemos que ambientes maiores e que existe maior contato físico faz com que as pessoas fiquem mais suscetíveis a possíveis problemas de saúde, alguns que, facilmente, podem ser prevenidos por meio da imunização.

Desta forma, realizamos a atualização dos cartões de vacinação, assim como campanhas especialmente voltadas para a necessidade de cada instituição. Dentre os principais benefícios e vantagens destes serviços podemos destacar:

Escolas

  • Melhora na qualidade de ensino, porque reduz o absenteísmo, melhorando o aproveitamento do aluno;
  • Promove melhorias na organização administrativa, porque garante menos reposições de aulas, realocação de classes ou horários e notificações a órgãos governamentais devido a doenças endêmicas;
  • Redução do risco de mortalidade e morbidade por certas doenças como: Varicela, Hepatite A e Sarampo;
  • Além dos alunos, a vacinação escolar previne também os funcionários da escola de algumas doenças próprias da infância, mas que quando afetam adultos geralmente se tornam mais agressivas.

Domicílio

  • Promove comodidade e conforto às pessoas com dificuldade de locomoção e também beneficia todos que queiram receber a vacina em sua própria casa;
  • O serviço é realizado por profissionais da saúde qualificados e instrumentalizados, que seguem rigorosamente as normas de transporte, conservação, manuseio e aplicação de vacinas;
  • A vacinação domiciliar é realizada com a mesma segurança e higiene encontradas na Clínica ImuneLife.

Empresarial

  • A vacinação empresarial atende as necessidades específicas de cada empresa;
  • Protege a saúde dos funcionários e ainda reduz o absenteísmo, aumentando a produtividade e resultados da empresa;
  • Este atendimento pode ser realizado em empresas de pequeno, médio e grande porte.

Segurança na vacinação

A Vacinação em Grupo da ImuneLife segue todas as diretrizes previstas por órgãos como a OMS (Organização Mundial da Saúde), que determina o uso das vacinas como instrumento de medicina coletiva; Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Vigilância Epidemiológica, CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) e SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).

Quer contratar algum destes serviços? Entre em contato com a ImuneLife!


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16/set/2019

Entenda o HPV

Uma pesquisa recente realizada pelo Ministério da Saúde aponta que metade dos jovens brasileiros entre 16 e 25 anos possui algum tipo de HPV (Human Papiloma Virus ou Vírus do Papiloma Humano). Os dados são assustadores e chamam atenção para a importância da prevenção desta infecção, que pode ser feita por meio da vacinação, responsável por proteger contra dois tipos do vírus.

Mas você sabe exatamente o que é o HPV, como ele é transmitido e os sintomas que normalmente causa?

Muito mais do que um sigla em inglês, o HPV é um grupo de vírus transmitidos sexualmente, pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas, especialmente as mucosas oral, genital ou anal. Embora a camisinha feminina seja mais eficiente que a masculina (por cobrir uma área genital maior), só o uso de preservativo não exclui o risco de contágio do HPV, presença de feridas na vagina, ânus ou pênis, da mesma forma, pode facilitar a transmissão.

Existem mais de 200 variações desse tipo de vírus. A maioria está associada a lesões benignas, como o aparecimento de verrugas, que podem ser clinicamente removidas. No entanto, existem 12 subtipos de HPV que possivelmente estão associados aos cânceres do colo do útero, pênis, orofaringe e, até mesmo, do câncer reto-anal. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o HPV está diretamente associado a 70% dos casos de Câncer de Colo do Útero, que é a segunda causa de morte por câncer entre as mulheres da América Latina.

O que você precisa saber sobre o HPV…

Alguns fatos sobre o HPV é que determinadas verrugas que aparecem nos órgãos genitais causadas pelo vírus podem ser isoladas ou agrupadas e indolores; pode surgir irritação ou coceira no local; o risco de transmissão é muito maior quando as verrugas são visíveis; estas lesões podem aparecer no pênis, ânus, vagina, vulva (genitália feminina), colo do útero, boca e garganta; o vírus pode ficar latente no corpo (a lesão muitas vezes aparece alguns dias ou anos após o contato) e as manifestações costumam ser mais comuns em gestantes e pessoas com imunidade baixa.

Vale lembrar que uma infecção recente não costuma apresentar qualquer tipo de sintoma, porém a longo prazo, o diagnóstico geralmente aparece quando o HPV já provocou o surgimento de algum tipo de câncer, o que reforça mais ainda a importância da imunização.

Importante

O exame preventivo, que abrange o Papanicolau ou o Citopatológico, é capaz de detectar as lesões precursoras. Quando essas alterações que antecedem o câncer são identificadas e tratadas, é possível prevenir a doença em 100% dos casos. De acordo com o Ministério da Saúde, o recomendável é que o exame seja feito anualmente e preferencialmente pelas mulheres entre 25 e 64 anos, que têm ou já tiveram atividade sexual.

Vacinação contra o HPV

Você sabe como a Vacina HPV funciona? A ImuneLife te responde!

A vacina estimula a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV, porém a proteção contra a infecção também dependerá da quantidade de anticorpos produzidos pela pessoa vacinada. Essa vacina é destinada exclusivamente à utilização preventiva, ou seja, não trata as infeções pré-existentes ou a doença clínica já estabelecida.

Na ImuneLife você encontra a Vacina HPV2 que previne infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 16 e 18, além do câncer de colo de útero. De acordo com a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), a vacina é licenciada para meninas e mulheres a partir dos 9 anos de idade e o esquema é de duas ou três doses, dependendo da idade de início da vacinação.

  • Para meninas de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias são recomendadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 – 6 meses);
  • A partir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses);
  • Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

 

Referências

Vacina HPV2

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/75-vacina-hpv-bivalente-16-18

HPV

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/hpv

HPV atinge mais da metade dos jovens brasileiros

https://saude.abril.com.br/medicina/hpv-atinge-mais-da-metade-dos-jovens-brasileiros/

 


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16/set/2019

O Brasil é conhecido por ter uma estrutura vacinal estruturada e eficiente, principalmente quando se fala em “Vacinação Infantil”. Porém, a vacinação em adultos ainda é pouco disseminada, muitas vezes pela falta de informação. Por isso, ainda existe uma grande lacuna entre o que é oferecido pelas redes públicas e privadas e o que é feito de fato.

Quando ficamos adultos novas prioridades surgem, entretanto é fundamental ficarmos atentos à vacinação, pois este é um dos métodos mais eficazes de nos protegermos e passarmos a imunização adiante. Mas, você sabe como a vacinação, mesmo sendo uma ação individual, pode gerar benefícios coletivos?

A vacinação é uma das melhores ferramentas de promoção da saúde coletiva, só perde em benefício para a água potável. As vacinas ampliaram a expectativa de vida quando ajudaram a diminuir drasticamente doenças como o sarampo e a coqueluche, por exemplo, que mata principalmente bebês de até três meses, cuja principal forma de transmissão é pelo contato com adultos não imunizados.

Vírus x Bactérias

Antes de conhecer quais são as vacinas mais recomendadas para os adultos, é importante saber que existem vacinas direcionadas tanto para vírus, quanto para bactérias. No último caso, a vacinação tem a finalidade de controlar surtos epidemiológicos e, para o caso dos vírus, a imunização normalmente é vitalícia, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para evitar a recidiva da doença.

Pronto! Agora você já sabe a diferença entre as vacinas direcionadas para os vírus e para as bactérias, então falaremos a seguir das principais vacinas que os adultos devem tomar e que vão além da vacina contra gripe, já que algumas doenças crônicas se manifestam principalmente na vida adulta.

Calendário de Vacinação para Adultos

Aqueles que estão em grupos de risco, como as pessoas com mais de 60 anos ou aquelas que têm doenças crônicas, devem sempre estar informadas sobre a vacinação. Pessoas com asma, por exemplo, devem se vacinar contra a pneumonia. Da mesma forma, diabéticos, imunodeficientes, pacientes oncológicos ou com outras disfunções são candidatos a imunizantes específicos, pois o calendário pode variar.

A prevenção contra o tétano e a difteria, fornecida pela vacina dT, também está à disposição dos adultos e a imunização nesse caso, deve ser renovada de dez em dez anos. Normalmente, a última dose da dT deve ser tomada aos cinco anos de idade. Para as gestantes é recomendável a dTpa, que além da difteria e do tétano, também protege contra a coqueluche.

A Tríplice Viral, por sua vez, protege contra o sarampo, caxumba e rubéola. Antes, os adultos recebiam a segunda dose até os 19 anos de idade. Mas após algumas mudanças no Calendário Vacinal do Adulto, devido aos surtos de caxumba que ocorreram no Brasil nos últimos anos, a segunda dose pode ser dada até os 29 anos e a primeira dos 30 aos 49.

De uma forma resumida, o Calendário de Vacinação Adulto da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações) propõe as seguintes vacinas para os adultos:

  • Vacina Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola);
  • Vacina contra a Hepatite A e B;
  • VPC13 e VPP23 (Pneumonia);
  • Vacina contra a Febre Amarela;
  • Vacina contra a Influenza (gripe);
  • HPV.

Quer saber mais detalhes sobre o tema? Confira o Calendário da SBIm direcionado a esta faixa etária.

 

Referências

https://saude.abril.com.br/medicina/adultos-tambem-tem-que-tomar-vacinas/

https://www.minhavida.com.br/saude/galerias/12814-sete-vacinas-que-os-adultos-precisam-tomar

https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-adulto.pdf

 


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