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15/nov/2018

A Hepatite do tipo B é uma doença infecciosa, também conhecida como soro-homóloga, sendo considerada uma doença sexualmente transmissível. Ela é considerada uma das mais perigosas das hepatites e também uma das mais frequentes no mundo, estima-se que cerca de 350 milhões de pessoas são portadoras crônicas deste vírus.

Causas da Hepatite B

A Hepatite B por ser infecciosa e transmissível é causada pelo contato direto com o vírus, podendo ser por meio de:

  • Relações sexuais sem proteção com uma pessoa infectada;
  • De mãe infectada para filho durante a gestação, parto e até mesmo, amamentação;
  • Uso de material infectado por usuário de drogas (seringas, agulhas etc.);
  • Compartilhamento de objetos de higiene pessoal como lâminas de barbear, escova de dente, alicates de unha ou outros objetos cortantes;
  • Transfusão de sangue contaminado.

Sintomas

A maioria dos pacientes de Hepatite B não apresenta sintomas, porém os mais frequentes são: tonturas, enjoo, cansaço, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, fezes claras e urina escura.

Esses sintomas costumam aparecer de um a seis meses após a infecção, por isso é importante consultar um médico regularmente e fazer um teste, caso tenha sido exposto ao vírus.

Prevenção

A prevenção é simples: vacinação, usar proteção em todas as relações sexuais e não compartilhar objetos de usos pessoais. Além disso, toda mulher grávida deve realizar o pré-natal e fazer os exames para verificar se está infectada.

Vacina

A vacina contra a Hepatite B tem eficácia de 95%, e é prescrita em três doses com um intervalo de um mês entre a primeira e segunda dose e de seis meses entre a primeira e a terceira dose.

A ImuneLife oferece vacina contra a Hepatite B com toda a segurança e qualidade que você e sua família merecem. Reserve já a sua dose!

 

Referências

https://www.roche.pt/hepatites/hepatiteb/

https://www.tuasaude.com/hepatite-b/

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/hepatite


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15/nov/2018

Mesmo sendo amplamente comprovada que a vacinação é uma das formas mais eficazes de se prevenir de algumas doenças, muitas pessoas ainda são resistentes em relação à imunização feita com vacinas.

As razões que ainda levam muitos adultos a não se vacinarem ou vacinarem as suas crianças são as mais variadas e englobam desde crenças religiosas, ideológicas e filosóficas, até a convicção de que as imunizações podem ter um efeito reverso, e ao invés de proteger deixam a pessoa vacinada doente ou alérgica.

Mas quando um familiar opta por não se vacinar, ou como responsável se nega a vacinar uma criança, ele se coloca em risco, coloca o seu próprio filho e todas as pessoas que estão ao seu redor.

Por que se vacinar?

O que é proposto no Calendário Vacinal Brasileiro, seja para crianças, adultos ou idosos, não é nada desnecessário e a prova disso é que o Brasil tem um dos mais bem-sucedidos programas de vacinação do mundo.

Para que esse status seja mantido, é fundamental desmistificar o assunto e reforçar a importância da vacinação para pessoas em todas as faixas etárias. Então, a ImuneLife separou abaixo 4 PRINCIPAIS BENEFÍCIOS de ter o Calendário Vacinal em dias. Confira:

  1. Importância

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), as vacinas estão entre as principais conquistas da humanidade, pois protegem a população de muitas doenças causadas por vírus e bactérias e são consideradas recursos indispensáveis para a saúde individual e coletiva. Estima-se que cerca de três milhões de mortes sejam evitadas anualmente devido à vacinação.

  1. Proteção

As vacinas estimulam o sistema imunológico a produzir anticorpos, que são proteínas específicas que atuam contra um determinado agente infeccioso. Vale lembrar que a vacina provoca na pessoa uma resposta imunitária protetora, específica de um ou mais agentes infecciosos, por isso é considerada a maneira mais eficaz de controlar e até erradicar doenças.

  1. Bem comum

Quando a maior parte da população está vacinada a tendência é que ocorra uma interrupção na transmissão de vírus e bactérias. Uma atitude que a priori é individual, mas que se torna progressivamente um bem coletivo.

  1. Resposta natural

Como citado anteriormente, ainda existe muito receio de que as vacinas provoquem reações adversas, por isso muitas pessoas ainda deixam de se vacinar. Para quem ainda tem dúvidas sobre a eficácia das vacinas, reforçamos que elas são seguras. Suas reações geralmente são pequenas e temporárias, como um braço dolorido ou uma febre passageira. Eventos graves de saúde são extremamente raros e cuidadosamente monitorados e investigados.

A responsabilidade de vacinar é de todos, tornando-se uma decisão que envolve pais ou responsáveis pelas crianças.

Encontre a segurança e qualidade vacinal que você precisa na ImuneLife!

 

Referências

Especialistas debatem sobre a importância da vacinação infantil

https://claudia.abril.com.br/sua-vida/especialistas-debatem-sobre-a-importancia-da-vacinacao-infantil/

“Vacinação é responsabilidade de todos”

https://www.correiodoestado.com.br/opiniao/ivana-maria-saes-busato-vacinacao-e-responsabilidade-de-todos/332359/

A importância da vacinação: os benefícios e as razões para vacinar

https://www.vidaativa.pt/a/a-importancia-da-vacinacao/


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15/nov/2018

O Rotavírus é um vírus que causa gastrenterite, fortes diarreias e vômitos, afetando principalmente bebês e crianças, mas pode ocorrer em qualquer idade. Estima-se que até os cinco anos de idade, todas as crianças terão pelo menos uma vez o rotavírus e que uma em cada 300 infectadas podem chegar a falecer por causa das complicações. Geralmente, em adultos, a infecção não leva ao óbito.

Este vírus é transmitido pelo contato direto entre as pessoas, por utensílios, alimentos, brinquedos ou água contaminada.

Sintomas do Rotavírus

Entre os sintomas mais comuns do Rotavírus estão: diarreia aguda, vômitos, coriza, tosse, febre, mal-estar, boca seca e em alguns casos mais graves, desidratação. É preciso ser rápido e atento aos sintomas, principalmente em bebês, pois dependendo do nível de gravidade, podem levar a desidratação em poucas horas.

A pessoa infectada apresenta os sintomas de oito a dez dias, sendo que os primeiros quatro dias são os mais contagiosos. Esta doença pode ser recorrente, pois não é comum ficar imune na primeira infecção, por isso mesmo em pessoas vacinadas, pode voltar a ocorrer de uma forma menos agressiva.

Prevenção do Rotavírus

Há algumas maneiras de prevenir essa infecção, indo desde a higiene básica até a vacinação. Confira algumas recomendações para evitar o contágio:

  • O saneamento básico é fundamental para prevenção da transmissão do vírus;
  • Usar somente água tratada ou filtrada para beber ou preparar alimentos;
  • Lavar as mãos com frequência, principalmente após o uso do banheiro, troca de fraldas das crianças, antes de comer e também no preparo de alimentos;
  • Lavar bem os alimentos que serão consumidos crus como: frutas, verduras e legumes. É recomendável usar desinfetante próprio para isto.

Vacina contra o Rotavírus

A vacina contra o Rotavírus é a forma mais eficaz de proteger adultos e crianças dessa doença. Ela é produzida com vírus humano “enfraquecido” de forma monovalente ou pentavalente. O intervalo entre uma dose e a outra é de 30 dias. Na Imunelife, você encontra a vacina contra o Rotavírus.

A Imunelife é especializada em gestão preventiva da saúde com enfoques em Imunização e Assistência Domiciliar. Proteja sua família, entre em contato e reserve a sua dose: +55 (11) 4022-1100 / +55 (11) 4013-2802.

 

Referências

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/rotavirus

https://www.tuasaude.com/rotavirus/

http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-transmitidas-por-agua-e-alimentos/rotavirus.html

https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-infantil/infec%C3%A7%C3%B5es-virais-em-beb%C3%AAs-e-crian%C3%A7as/infec%C3%A7%C3%A3o-por-rotav%C3%ADrus

https://www.bio.fiocruz.br/index.php/rotavirus-sintomas-transmissao-e-prevencao

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/rotavirus


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15/nov/2018

Tanto as vacinas da rede pública quanto da rede privada garantem proteção, porém há diferenças e uma delas é o laboratório. Muitas vacinas da rede privada são importadas, exemplo disso é a Hexavalente (nas redes privadas), que na rede pública é Pentavalente. Nas clínicas particulares a Vacina Hexavalente costuma ser acelular e conjugada em uma só aplicação.

Outras vacinas disponíveis na rede privada também são mais completas, como a Pneumocócica 13 Valente, a Meningoccócica Quadrivalente (ACWY) e a Meningocócica B.

Há também situações em que a rede pública oferece a vacina somente para uma determinada faixa etária, como é o caso da Vacina contra o HPV, mas na rede particular o fornecimento desta vacina também é feito para adultos.

Para esclarecer melhor o assunto, a ImuneLife separou a diferença entre rede pública e privada das principais vacinas previstas no Calendário Básico Vacinal, além das Vacinas Pneumocócica 13 Valente, a Meningoccócica Quadrivalente (ACWY) e a Meningocócica B. Confira:

Gripe (Influenza)

Anualmente as vacinas contra a gripe são atualizadas, isso porque os agentes imunizantes devem ser ajustados conforme as alterações do vírus e também de acordo com os vírus que mais estão circulando na época. Neste ano, a vacina é a Trivalente, administrada na rede pública, ou Quadrivalente (Tetravalente), adquirida na rede privada.

A diferença entre elas é que a Trivalente protege contra três subtipos de vírus, duas cepas de vírus A e uma cepa de vírus B e a Quadrivalente protege contra quatro subtipos, duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B.

DTPw e DTPa

As vacinas tríplices bacterianas conferem proteção contra as seguintes doenças: Difteria, Coqueluche e Tétano. Na rede pública está disponível a DTPw que é feita a partir de células inteiras da bactéria, enquanto na rede privada existe a versão DTPa que é acelular, ou seja, não é feita com as células inteiras, mas sim com proteínas, por isso é considerada mais “purificada”, contendo apenas o que é necessário para imunização.

Vacina Rotavírus Monovalente e Pentavalente

A vacina rotavírus é composta por vírus vivo e administrada por via oral. Ela pode ser monovalente, oferecida na rede pública, que protege apenas contra um sorotipo de rotavírus, mas oferece proteção cruzada contra outro sorotipo, sendo aplicada em duas doses.

A outra opção é a vacina pentavalente, que está presente na rede privada e confere imunidade contra cinco sorotipos diferentes de rotavírus, sendo aplicada em três doses.

Vacina Hepatite A

A Vacina contra a Hepatite A na rede pública é direcionada apenas para crianças com um ano de idade, entretanto na rede privada, que segue a recomendação da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações),  seis meses após a primeira dose, aplica-se uma segunda, já que uma única dose garante proteção apenas até os 10 anos, já a segunda dose imuniza a pessoa contra a Hepatite A também na fase adulta.

Vacina Varicela

Na rede privada são oferecidas duas doses da vacina que protege contra a Varicela, pois é a segunda dose que de fato protege contra a doença. Na rede pública somente uma dose desta vacina é aplicada, o que não é o suficiente para prevenir a doença e sim proteger contra versões mais graves dela.

 

Referências

As diferenças entre as vacinas da rede pública e privada

https://bebemamae.com/saude-do-bebe/as-diferencas-entre-as-vacinas-da-rede-publica-e-privada

SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações)

https://sbim.org.br/images/files/15-11-19_sbim_clipping_internet_g1_campanha-vacina-e-protecao-para-todos.pdf

https://sbim.org.br/calendarios-de-vacinacao


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15/nov/2018

Entenda o HPV

Uma pesquisa recente realizada pelo Ministério da Saúde aponta que metade dos jovens brasileiros entre 16 e 25 anos possui algum tipo de HPV (Human Papiloma Virus ou Vírus do Papiloma Humano). Os dados são assustadores e chamam atenção para a importância da prevenção desta infecção, que pode ser feita por meio da vacinação, responsável por proteger contra dois tipos do vírus.

Mas você sabe exatamente o que é o HPV, como ele é transmitido e os sintomas que normalmente causa?

Muito mais do que um sigla em inglês, o HPV é um grupo de vírus transmitidos sexualmente, pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas, especialmente as mucosas oral, genital ou anal. Embora a camisinha feminina seja mais eficiente que a masculina (por cobrir uma área genital maior), só o uso de preservativo não exclui o risco de contágio do HPV, presença de feridas na vagina, ânus ou pênis, da mesma forma, pode facilitar a transmissão.

Existem mais de 200 variações desse tipo de vírus. A maioria está associada a lesões benignas, como o aparecimento de verrugas, que podem ser clinicamente removidas. No entanto, existem 12 subtipos de HPV que possivelmente estão associados aos cânceres do colo do útero, pênis, orofaringe e, até mesmo, do câncer reto-anal. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o HPV está diretamente associado a 70% dos casos de Câncer de Colo do Útero, que é a segunda causa de morte por câncer entre as mulheres da América Latina.

O que você precisa saber sobre o HPV…

Alguns fatos sobre o HPV é que determinadas verrugas que aparecem nos órgãos genitais causadas pelo vírus podem ser isoladas ou agrupadas e indolores; pode surgir irritação ou coceira no local; o risco de transmissão é muito maior quando as verrugas são visíveis; estas lesões podem aparecer no pênis, ânus, vagina, vulva (genitália feminina), colo do útero, boca e garganta; o vírus pode ficar latente no corpo (a lesão muitas vezes aparece alguns dias ou anos após o contato) e as manifestações costumam ser mais comuns em gestantes e pessoas com imunidade baixa.

Vale lembrar que uma infecção recente não costuma apresentar qualquer tipo de sintoma, porém a longo prazo, o diagnóstico geralmente aparece quando o HPV já provocou o surgimento de algum tipo de câncer, o que reforça mais ainda a importância da imunização.

Importante

O exame preventivo, que abrange o Papanicolau ou o Citopatológico, é capaz de detectar as lesões precursoras. Quando essas alterações que antecedem o câncer são identificadas e tratadas, é possível prevenir a doença em 100% dos casos. De acordo com o Ministério da Saúde, o recomendável é que o exame seja feito anualmente e preferencialmente pelas mulheres entre 25 e 64 anos, que têm ou já tiveram atividade sexual.

Vacinação contra o HPV

Você sabe como a Vacina HPV funciona? A ImuneLife te responde!

A vacina estimula a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV, porém a proteção contra a infecção também dependerá da quantidade de anticorpos produzidos pela pessoa vacinada. Essa vacina é destinada exclusivamente à utilização preventiva, ou seja, não trata as infeções pré-existentes ou a doença clínica já estabelecida.

Na ImuneLife você encontra a Vacina HPV2 que previne infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 16 e 18, além do câncer de colo de útero. De acordo com a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), a vacina é licenciada para meninas e mulheres a partir dos 9 anos de idade e o esquema é de duas ou três doses, dependendo da idade de início da vacinação.

  • Para meninas de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias são recomendadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 – 6 meses);
  • A partir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses);
  • Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

 

Referências

Vacina HPV2

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/75-vacina-hpv-bivalente-16-18

HPV

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/hpv

HPV atinge mais da metade dos jovens brasileiros

https://saude.abril.com.br/medicina/hpv-atinge-mais-da-metade-dos-jovens-brasileiros/

 


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15/nov/2018

O Brasil é conhecido por ter uma estrutura vacinal estruturada e eficiente, principalmente quando se fala em “Vacinação Infantil”. Porém, a vacinação em adultos ainda é pouco disseminada, muitas vezes pela falta de informação. Por isso, ainda existe uma grande lacuna entre o que é oferecido pelas redes públicas e privadas e o que é feito de fato.

Quando ficamos adultos novas prioridades surgem, entretanto é fundamental ficarmos atentos à vacinação, pois este é um dos métodos mais eficazes de nos protegermos e passarmos a imunização adiante. Mas, você sabe como a vacinação, mesmo sendo uma ação individual, pode gerar benefícios coletivos?

A vacinação é uma das melhores ferramentas de promoção da saúde coletiva, só perde em benefício para a água potável. As vacinas ampliaram a expectativa de vida quando ajudaram a diminuir drasticamente doenças como o sarampo e a coqueluche, por exemplo, que mata principalmente bebês de até três meses, cuja principal forma de transmissão é pelo contato com adultos não imunizados.

Vírus x Bactérias

Antes de conhecer quais são as vacinas mais recomendadas para os adultos, é importante saber que existem vacinas direcionadas tanto para vírus, quanto para bactérias. No último caso, a vacinação tem a finalidade de controlar surtos epidemiológicos e, para o caso dos vírus, a imunização normalmente é vitalícia, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para evitar a recidiva da doença.

Pronto! Agora você já sabe a diferença entre as vacinas direcionadas para os vírus e para as bactérias, então falaremos a seguir das principais vacinas que os adultos devem tomar e que vão além da vacina contra gripe, já que algumas doenças crônicas se manifestam principalmente na vida adulta.

Calendário de Vacinação para Adultos

Aqueles que estão em grupos de risco, como as pessoas com mais de 60 anos ou aquelas que têm doenças crônicas, devem sempre estar informadas sobre a vacinação. Pessoas com asma, por exemplo, devem se vacinar contra a pneumonia. Da mesma forma, diabéticos, imunodeficientes, pacientes oncológicos ou com outras disfunções são candidatos a imunizantes específicos, pois o calendário pode variar.

A prevenção contra o tétano e a difteria, fornecida pela vacina dT, também está à disposição dos adultos e a imunização nesse caso, deve ser renovada de dez em dez anos. Normalmente, a última dose da dT deve ser tomada aos cinco anos de idade. Para as gestantes é recomendável a dTpa, que além da difteria e do tétano, também protege contra a coqueluche.

A Tríplice Viral, por sua vez, protege contra o sarampo, caxumba e rubéola. Antes, os adultos recebiam a segunda dose até os 19 anos de idade. Mas após algumas mudanças no Calendário Vacinal do Adulto, devido aos surtos de caxumba que ocorreram no Brasil nos últimos anos, a segunda dose pode ser dada até os 29 anos e a primeira dos 30 aos 49.

De uma forma resumida, o Calendário de Vacinação Adulto da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações) propõe as seguintes vacinas para os adultos:

  • Vacina Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola);
  • Vacina contra a Hepatite A e B;
  • VPC13 e VPP23 (Pneumonia);
  • Vacina contra a Febre Amarela;
  • Vacina contra a Influenza (gripe);
  • HPV.

Quer saber mais detalhes sobre o tema? Confira o Calendário da SBIm direcionado a esta faixa etária.

 

Referências

https://saude.abril.com.br/medicina/adultos-tambem-tem-que-tomar-vacinas/

https://www.minhavida.com.br/saude/galerias/12814-sete-vacinas-que-os-adultos-precisam-tomar

https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-adulto.pdf

 


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15/nov/2018

Mais conhecida como Gripe, a Influenza é uma das doenças mais comuns e frequentes em todo mundo. A OMS (Organização Mundial da Saúde) revela que cerca de 10% da população é infectada anualmente por algum tipo de vírus influenza e que aproximadamente 1,2 bilhão dos infectados podem ter o risco elevado de desenvolver complicações relacionadas à doença.

Segundo a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), a Influenza possui subtipos e é causada por mais de um vírus, que são classificados como A e B. No subtipo A que é o mais frequente a afetar os humanos, está presente o H1N1 e H3N2 e, no subtipo B, está o Victoria e o Yamagata.   

Vacinação 2018

Anualmente as vacinas contra a gripe são atualizadas, isso porque os agentes imunizantes devem ser ajustados conforme as alterações do vírus e também de acordo com os vírus que mais estão circulando na época. Anualmente, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulga a formulação desta vacina para que sejam distribuídas ou comercializadas no Brasil. Neste ano a vacina pode ser Trivalente e Quadrivalente (Tetravalente).

Diferença entre a Vacina Trivalente e Quadrivalente

Você deve estar se perguntado sobre a diferença entre as duas vacinas, certo? A Imunelife te responde!

A diferença entre estas duas vacinas é que a Trivalente protege contra três subtipos de vírus, duas cepas de vírus A e uma cepa de vírus B, enquanto a Quadrivalente protege contra quatro subtipos, duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B.

Portanto, não se preocupe, a SBIm enfatiza que tanto a vacina Trivalente como a Quadrivalente são eficazes. Mas, você não concorda que quanto mais proteção, melhor? Se sim, o ideal é optar pela Vacina Quadrivalente.

Quem deve se vacinar?

Todas as pessoas devem se vacinar menos aquelas que tiveram alergia aos componentes do imunizante anteriormente. Vale ressaltar que pessoas que fizeram transplante, pessoas com pressão alta, pessoas com diabetes ou que passaram por cirurgia recente e tomaram outra vacina, também podem se imunizar normalmente.

Prioridade

Considerando que a gripe é uma condição potencialmente séria que pode levar a graves complicações, diferente de um simples resfriado, no grupo prioritário de vacinação contra a gripe estão os idosos, crianças (a partir dos seis meses até os cinco anos de idade), gestantes, profissionais da saúde, professores da rede pública ou privada e portadores de doenças crônicas.

Você se lembra daqueles 1,2 bilhão de infectados que potencialmente podem desenvolver complicações relacionadas à Influenza? Pois é! Dentro desta estimativa estão 385 milhões de idosos acima de 65 anos, 140 milhões de crianças e 700 milhões de pessoas com doenças crônicas. Isso explica a prioridade que esse grupo tem, em relação à vacinação contra a gripe.

Reações

Bastante disseminada por aí, a informação de que é possível pegar gripe por meio da própria vacinação não é verdade, isso porque a vacina é constituída por vírus inativados, fracionados e purificados que não causam a doença. O que ocasionalmente acontece é que, como a vacina da gripe é aplicada durante o outono e inverno, período de maior circulação do vírus, é bastante comum que outros tipos de vírus, exceto os que constam na vacina, causem a gripe. Por isso, muitas pessoas associam a vacinação ao desencadeamento da gripe.

Ao tomar a vacina da gripe, é possível que manifestações benignas como dor e inflamação no local da aplicação, febre e mal-estar que persistem por um ou dois dias aconteçam. Entretanto, esses efeitos colaterais são raros, manifestando-se em apenas 1% das pessoas imunizadas. Somente em situações raras, é possível que ocorra reações alérgicas mais sérias, como a vermelhidão na pele, lábios inchados e a língua mais grossa.

Não deixe que informações confusas e o receio de tomar a vacina prejudiquem a sua saúde. Agora que você já sabe a importância da vacinação contra a gripe, imunize-se com segurança e qualidade na Imunelife! 

 

Referências

As vacinas da gripe que foram autorizadas para distribuição no Brasil

https://saude.abril.com.br/medicina/as-vacinas-da-gripe-que-foram-autorizadas-para-distribuicao-no-brasil/

Saiba mais sobre as vacinas contra a gripe disponíveis no Brasil

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-04/saiba-mais-sobre-vacinas-contra-gripe-disponiveis-no-brasil

Vacina Gripe (Influenza) — Trivalente ou Quadrivalente

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/68-vacina-gripe-influenza

Vacina da gripe: Quem pode tomar? Posso ficar doente? Tire suas dúvidas

https://g1.globo.com/bemestar/noticia/vacina-da-gripe-quem-pode-tomar-posso-ficar-doente-tire-suas-duvidas.ghtml

 


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