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26/mar/2019

A febre amarela é uma doença viral transmitida pelo mesmo mosquito que transmite a dengue, o Aedes aegypti. A doença tem esse nome por deixar o corpo do paciente amarelado e causar diversos tipos de hemorragia.

Por ser um vírus tropical, ele é mais comum na América do Sul e na África. Quer saber mais sobre as causas, sintomas, tratamento e prevenção da febre amarela? Confira neste artigo.

Causas

Existem dois mosquitos que transmitem a febre amarela: o Aedes aegypti no meio urbano e o Haemagogus no meio rural e silvestre. Os mosquitos não são os causadores da doença, eles apenas a transmitem quando picam algum animal ou humano infectado pelo vírus.

Em ambos os casos, a doença é a mesma, não mudando os sintomas de um tipo para o outro. A única diferença é na disseminação do vírus.

Ainda existem boatos de que macacos também transmitem a febre amarela. A disseminação desta informação se intensificou após o último surto da doença no Brasil, entre os anos de 2017 e 2018. Porém, essa afirmação é falsa pela razão do macaco apenas desenvolver o vírus dentro de si, mas não ser o transmissor. Apenas o mosquito pode transmitir febre amarela para os humanos.

Sintomas

Por vezes, quem contrai febre amarela pode não demonstrar nenhum sintoma, mas quando se manifesta inclui: dores musculares, dor de cabeça, perda de apetite, náuseas, vômitos, vermelhidão nos olhos e no rosto, fotofobia, fadiga e fraqueza.

Esses sintomas duram em torno de três a quatro dias, mas há casos em que eles podem se agravar e atingir alguns órgãos, o que resulta em febres ainda mais fortes, urina escura, dores abdominais e hemorragias na boca, nariz, olhos e estômago.

Tratamento

A maioria das pessoas apresenta os sintomas mais leves da doença, que normalmente é curada por conta própria, sem a necessidade de realizar nenhum tipo de tratamento. Mas, nos casos mais graves, é essencial ficar em repouso, beber muito líquido para repor tudo que foi perdido e usar os antibióticos receitados pelo médico.

Previna-se!

Como prevenção, é possível ficar imune ao vírus por meio da vacina da febre amarela, o que pode durar cerca de 10 anos ou a vida inteira, dependendo da dose que for aplicada. Essa vacina é essencial em território brasileiro e obrigatória para viajar para outros países fora da América do Sul, como países do continente africano, por exemplo.

Se você ainda não é vacinado contra febre amarela, procure a ImuneLife e garanta já a sua proteção para o resto da vida!

 

Referências

https://www.minhavida.com.br/saude/temas/febre-amarela

https://www.bio.fiocruz.br/index.php/febre-amarela-sintomas-transmissao-e-prevencao


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26/mar/2019

Clima de volta às aulas é sempre aquela correria. Entre organizar a rotina e preparar o seu filho para o retorno à escola, existe um detalhe que por vezes pode passar despercebido: a vacinação.

Um ambiente com muitas crianças juntas, fazendo as mais diversas atividades, desde brincar até dividir comida, eventualmente, sem lavar as mãos é a situação perfeita para bactérias e vírus agirem desenfreadamente. E é por isso que a vacinação é imprescindível antes do retorno às aulas.

Com a finalidade de ajudar você a preparar o seu pequeno para esse dia tão esperado, listamos aqui as vacinas que devem fazer parte do calendário vacinal de qualquer criança:

Tetra Viral

Uma criança com Sarampo pode transmitir o vírus para qualquer outra que tenha contato, e o único método de prevenção é por meio da vacinação. Se seu filho tiver de um a seis anos e ainda não for imunizado, ele precisa tomar a vacina Tetra Viral, que garante proteção não só contra o sarampo, mas também contra a rubéola, caxumba e catapora.

BCG

Crianças de até cinco anos precisam tomar a Vacina BCG, que protege contra os tipos mais perigosos de tuberculose. O mais indicado é que a vacina seja aplicada anualmente, desde o nascimento até os cinco anos de idade. A transmissão da tuberculose é direta.

Influenza

Por mais irrelevante que uma gripe possa parecer, ainda é necessário vacinar seu filho para que ele não tenha que perder dias de aula se recuperando. A vacina garante proteção contra três tipos do vírus influenza:  o A, B e C, sendo o tipo A o mais fácil de ser transmitido de pessoa para pessoa. Crianças de seis meses até cinco anos devem tomá-la anualmente.

Meningocócica

A vacina meningocócica conjugada quadrivalente garante proteção definitiva contra os quatro tipos de meningite: A, C, W e Y. A doença é transmitida por vírus ou bactérias e pode causar diversos sintomas diferentes, dependendo do tipo de meningite. Para que o seu pequeno não corra este risco, é essencial que a vacina ACWY seja tomada o quanto antes.

Agora que as aulas já tiveram início, evite maiores problemas. Caso o seu filho ainda não tenha tomado essas vacinas, providencie o quanto antes a atualização do cartão vacinal infantil. A ImuneLife pode te ajudar nesta tarefa!

 

Referências

https://familia.sbim.org.br/seu-calendario/crianca

https://blog.drconsulta.com/2017/05/31/13-vacinas-para-criancas-que-seu-filho-nao-pode-deixar-de-tomar/

https://revistacrescer.globo.com/Voce-precisa-saber/noticia/2015/02/atencao-vacinacao-do-seu-filho-na-volta-aulas.html


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26/mar/2019

Vacinar-se é uma atitude individual, mas que faz um grande bem coletivo, pois é a forma mais eficiente de controlar epidemias de diversas doenças transmissíveis e imunopreveníveis. A vacinação, primordialmente, deve ser seguida à risca, e toda a população, independente da faixa etária, deve estar imunizada.

Lembrando que no Brasil temos um calendário vacinal para diversos grupos, basta identificar e atualizá-lo sempre que necessário.

Vacinação em grupo

É pensando na comodidade e facilidade dos nossos clientes, que a ImuneLife trabalha com a Vacinação em Grupo, que pode ser solicitada por empresas, escolas e condomínios.

Sabemos que ambientes maiores e que existe maior contato físico faz com que as pessoas fiquem mais suscetíveis a possíveis problemas de saúde, alguns que, facilmente, podem ser prevenidos por meio da imunização.

Desta forma, realizamos a atualização dos cartões de vacinação, assim como campanhas especialmente voltadas para a necessidade de cada instituição. Dentre os principais benefícios e vantagens destes serviços podemos destacar:

Escolas

  • Melhora na qualidade de ensino, porque reduz o absenteísmo, melhorando o aproveitamento do aluno;
  • Promove melhorias na organização administrativa, porque garante menos reposições de aulas, realocação de classes ou horários e notificações a órgãos governamentais devido a doenças endêmicas;
  • Redução do risco de mortalidade e morbidade por certas doenças como: Varicela, Hepatite A e Sarampo;
  • Além dos alunos, a vacinação escolar previne também os funcionários da escola de algumas doenças próprias da infância, mas que quando afetam adultos geralmente se tornam mais agressivas.

Domicílio

  • Promove comodidade e conforto às pessoas com dificuldade de locomoção e também beneficia todos que queiram receber a vacina em sua própria casa;
  • O serviço é realizado por profissionais da saúde qualificados e instrumentalizados, que seguem rigorosamente as normas de transporte, conservação, manuseio e aplicação de vacinas;
  • A vacinação domiciliar é realizada com a mesma segurança e higiene encontradas na Clínica ImuneLife.

Empresarial

  • A vacinação empresarial atende as necessidades específicas de cada empresa;
  • Protege a saúde dos funcionários e ainda reduz o absenteísmo, aumentando a produtividade e resultados da empresa;
  • Este atendimento pode ser realizado em empresas de pequeno, médio e grande porte.

Segurança na vacinação

A Vacinação em Grupo da ImuneLife segue todas as diretrizes previstas por órgãos como a OMS (Organização Mundial da Saúde), que determina o uso das vacinas como instrumento de medicina coletiva; Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Vigilância Epidemiológica, CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) e SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).

Quer contratar algum destes serviços? Entre em contato com a ImuneLife!


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26/mar/2019

Quem nunca ouviu falar que o Brasil tem dimensões continentais, não é mesmo? É por este motivo que é possível encontrar uma vasta diversidade de características culturais, sociais, topográficas e climáticas.

Principalmente as características climáticas podem afetar a saúde de quem costuma desbravar de norte a sul do Brasil e, é por isso, que muitos questionamentos como: “Quais vacinas são necessárias para viajar pelo País?” surgem no momento de decidir onde serão as próximas férias.

Antes de falarmos sobre as vacinas essenciais para viajar pelos estados brasileiros é importante ressaltar que a imunização, baseada no Calendário Nacional de Vacinação do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, é indicada pelo Ministério da Saúde para evitar doenças endêmicas e contagiosas.

Recomendações

  • A vacinação recomendada deve ser realizada primordialmente de seis a oito semanas antes da viagem para garantir a imunização;
  • Vacinar-se deve ser uma prioridade, principalmente se a viagem tiver como destino zonas rurais, florestais ou locais em meio à natureza;
  • As regras sobre vacinação em diferentes países mudam com frequência. Então, antes da viagem fique atento e verifique se há alguma atualização sobre o esquema vacinal para entrar em determinados estados.

Vacinas Essenciais

Vacina Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola)

Esta imunização é a medida preventiva e mais segura para as três doenças. É importante que o esquema vacinal de crianças, adolescentes e adultos esteja completo.

Vacina Febre Tifoide

A vacina contra a Febre Tifoide deve ser essencialmente tomada antes de viajar para o Norte e o Nordeste do Brasil, porque são consideradas regiões em que as condições de saneamento básico ainda não atingiram os padrões ideais.

Vacina Febre Amarela

A vacinação contra a Febre Amarela já faz parte do Calendário Vacinal Básico de qualquer pessoa e é extremamente importante, principalmente para os viajantes que tem como destino os seguintes estados brasileiros: Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Veja a lista de municípios brasileiros com recomendação sobre vacinação contra a Febre Amarela.

Agora que você já sabe destas recomendações, faça da sua viagem um grande motivo para cuidar da sua saúde e atualizar a Carteira de Vacinação. Conte com a ImuneLife para aproveitar suas férias com tranquilidade e segurança!

 

Referências

Vacinas para quem vem para o Brasil

http://www.saudedoviajante.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=30

Vacinação antes da viagem

https://www.edestinos.com.br/dicas-de-viagem/passagens-aereas/saude-durante-a-viagem/vacinacao-antes-da-viagem

Veja as vacinas necessárias para viajar pelo Brasil e América do Sul

https://www.guichevirtual.com.br/blog/vacinas-para-viajar/


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26/mar/2019

A Hepatite do tipo B é uma doença infecciosa, também conhecida como soro-homóloga, sendo considerada uma doença sexualmente transmissível. Ela é considerada uma das mais perigosas das hepatites e também uma das mais frequentes no mundo, estima-se que cerca de 350 milhões de pessoas são portadoras crônicas deste vírus.

Causas da Hepatite B

A Hepatite B por ser infecciosa e transmissível é causada pelo contato direto com o vírus, podendo ser por meio de:

  • Relações sexuais sem proteção com uma pessoa infectada;
  • De mãe infectada para filho durante a gestação, parto e até mesmo, amamentação;
  • Uso de material infectado por usuário de drogas (seringas, agulhas etc.);
  • Compartilhamento de objetos de higiene pessoal como lâminas de barbear, escova de dente, alicates de unha ou outros objetos cortantes;
  • Transfusão de sangue contaminado.

Sintomas

A maioria dos pacientes de Hepatite B não apresenta sintomas, porém os mais frequentes são: tonturas, enjoo, cansaço, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, fezes claras e urina escura.

Esses sintomas costumam aparecer de um a seis meses após a infecção, por isso é importante consultar um médico regularmente e fazer um teste, caso tenha sido exposto ao vírus.

Prevenção

A prevenção é simples: vacinação, usar proteção em todas as relações sexuais e não compartilhar objetos de usos pessoais. Além disso, toda mulher grávida deve realizar o pré-natal e fazer os exames para verificar se está infectada.

Vacina

A vacina contra a Hepatite B tem eficácia de 95%, e é prescrita em três doses com um intervalo de um mês entre a primeira e segunda dose e de seis meses entre a primeira e a terceira dose.

A ImuneLife oferece vacina contra a Hepatite B com toda a segurança e qualidade que você e sua família merecem. Reserve já a sua dose!

 

Referências

https://www.roche.pt/hepatites/hepatiteb/

https://www.tuasaude.com/hepatite-b/

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/hepatite


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26/mar/2019

Mesmo sendo amplamente comprovada que a vacinação é uma das formas mais eficazes de se prevenir de algumas doenças, muitas pessoas ainda são resistentes em relação à imunização feita com vacinas.

As razões que ainda levam muitos adultos a não se vacinarem ou vacinarem as suas crianças são as mais variadas e englobam desde crenças religiosas, ideológicas e filosóficas, até a convicção de que as imunizações podem ter um efeito reverso, e ao invés de proteger deixam a pessoa vacinada doente ou alérgica.

Mas quando um familiar opta por não se vacinar, ou como responsável se nega a vacinar uma criança, ele se coloca em risco, coloca o seu próprio filho e todas as pessoas que estão ao seu redor.

Por que se vacinar?

O que é proposto no Calendário Vacinal Brasileiro, seja para crianças, adultos ou idosos, não é nada desnecessário e a prova disso é que o Brasil tem um dos mais bem-sucedidos programas de vacinação do mundo.

Para que esse status seja mantido, é fundamental desmistificar o assunto e reforçar a importância da vacinação para pessoas em todas as faixas etárias. Então, a ImuneLife separou abaixo 4 PRINCIPAIS BENEFÍCIOS de ter o Calendário Vacinal em dias. Confira:

  1. Importância

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), as vacinas estão entre as principais conquistas da humanidade, pois protegem a população de muitas doenças causadas por vírus e bactérias e são consideradas recursos indispensáveis para a saúde individual e coletiva. Estima-se que cerca de três milhões de mortes sejam evitadas anualmente devido à vacinação.

  1. Proteção

As vacinas estimulam o sistema imunológico a produzir anticorpos, que são proteínas específicas que atuam contra um determinado agente infeccioso. Vale lembrar que a vacina provoca na pessoa uma resposta imunitária protetora, específica de um ou mais agentes infecciosos, por isso é considerada a maneira mais eficaz de controlar e até erradicar doenças.

  1. Bem comum

Quando a maior parte da população está vacinada a tendência é que ocorra uma interrupção na transmissão de vírus e bactérias. Uma atitude que a priori é individual, mas que se torna progressivamente um bem coletivo.

  1. Resposta natural

Como citado anteriormente, ainda existe muito receio de que as vacinas provoquem reações adversas, por isso muitas pessoas ainda deixam de se vacinar. Para quem ainda tem dúvidas sobre a eficácia das vacinas, reforçamos que elas são seguras. Suas reações geralmente são pequenas e temporárias, como um braço dolorido ou uma febre passageira. Eventos graves de saúde são extremamente raros e cuidadosamente monitorados e investigados.

A responsabilidade de vacinar é de todos, tornando-se uma decisão que envolve pais ou responsáveis pelas crianças.

Encontre a segurança e qualidade vacinal que você precisa na ImuneLife!

 

Referências

Especialistas debatem sobre a importância da vacinação infantil

https://claudia.abril.com.br/sua-vida/especialistas-debatem-sobre-a-importancia-da-vacinacao-infantil/

“Vacinação é responsabilidade de todos”

https://www.correiodoestado.com.br/opiniao/ivana-maria-saes-busato-vacinacao-e-responsabilidade-de-todos/332359/

A importância da vacinação: os benefícios e as razões para vacinar

https://www.vidaativa.pt/a/a-importancia-da-vacinacao/


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26/mar/2019

O Rotavírus é um vírus que causa gastrenterite, fortes diarreias e vômitos, afetando principalmente bebês e crianças, mas pode ocorrer em qualquer idade. Estima-se que até os cinco anos de idade, todas as crianças terão pelo menos uma vez o rotavírus e que uma em cada 300 infectadas podem chegar a falecer por causa das complicações. Geralmente, em adultos, a infecção não leva ao óbito.

Este vírus é transmitido pelo contato direto entre as pessoas, por utensílios, alimentos, brinquedos ou água contaminada.

Sintomas do Rotavírus

Entre os sintomas mais comuns do Rotavírus estão: diarreia aguda, vômitos, coriza, tosse, febre, mal-estar, boca seca e em alguns casos mais graves, desidratação. É preciso ser rápido e atento aos sintomas, principalmente em bebês, pois dependendo do nível de gravidade, podem levar a desidratação em poucas horas.

A pessoa infectada apresenta os sintomas de oito a dez dias, sendo que os primeiros quatro dias são os mais contagiosos. Esta doença pode ser recorrente, pois não é comum ficar imune na primeira infecção, por isso mesmo em pessoas vacinadas, pode voltar a ocorrer de uma forma menos agressiva.

Prevenção do Rotavírus

Há algumas maneiras de prevenir essa infecção, indo desde a higiene básica até a vacinação. Confira algumas recomendações para evitar o contágio:

  • O saneamento básico é fundamental para prevenção da transmissão do vírus;
  • Usar somente água tratada ou filtrada para beber ou preparar alimentos;
  • Lavar as mãos com frequência, principalmente após o uso do banheiro, troca de fraldas das crianças, antes de comer e também no preparo de alimentos;
  • Lavar bem os alimentos que serão consumidos crus como: frutas, verduras e legumes. É recomendável usar desinfetante próprio para isto.

Vacina contra o Rotavírus

A vacina contra o Rotavírus é a forma mais eficaz de proteger adultos e crianças dessa doença. Ela é produzida com vírus humano “enfraquecido” de forma monovalente ou pentavalente. O intervalo entre uma dose e a outra é de 30 dias. Na Imunelife, você encontra a vacina contra o Rotavírus.

A Imunelife é especializada em gestão preventiva da saúde com enfoques em Imunização e Assistência Domiciliar. Proteja sua família, entre em contato e reserve a sua dose: +55 (11) 4022-1100 / +55 (11) 4013-2802.

 

Referências

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/rotavirus

https://www.tuasaude.com/rotavirus/

http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-transmitidas-por-agua-e-alimentos/rotavirus.html

https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-infantil/infec%C3%A7%C3%B5es-virais-em-beb%C3%AAs-e-crian%C3%A7as/infec%C3%A7%C3%A3o-por-rotav%C3%ADrus

https://www.bio.fiocruz.br/index.php/rotavirus-sintomas-transmissao-e-prevencao

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/rotavirus


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26/mar/2019

Tanto as vacinas da rede pública quanto da rede privada garantem proteção, porém há diferenças e uma delas é o laboratório. Muitas vacinas da rede privada são importadas, exemplo disso é a Hexavalente (nas redes privadas), que na rede pública é Pentavalente. Nas clínicas particulares a Vacina Hexavalente costuma ser acelular e conjugada em uma só aplicação.

Outras vacinas disponíveis na rede privada também são mais completas, como a Pneumocócica 13 Valente, a Meningoccócica Quadrivalente (ACWY) e a Meningocócica B.

Há também situações em que a rede pública oferece a vacina somente para uma determinada faixa etária, como é o caso da Vacina contra o HPV, mas na rede particular o fornecimento desta vacina também é feito para adultos.

Para esclarecer melhor o assunto, a ImuneLife separou a diferença entre rede pública e privada das principais vacinas previstas no Calendário Básico Vacinal, além das Vacinas Pneumocócica 13 Valente, a Meningoccócica Quadrivalente (ACWY) e a Meningocócica B. Confira:

Gripe (Influenza)

Anualmente as vacinas contra a gripe são atualizadas, isso porque os agentes imunizantes devem ser ajustados conforme as alterações do vírus e também de acordo com os vírus que mais estão circulando na época. Neste ano, a vacina é a Trivalente, administrada na rede pública, ou Quadrivalente (Tetravalente), adquirida na rede privada.

A diferença entre elas é que a Trivalente protege contra três subtipos de vírus, duas cepas de vírus A e uma cepa de vírus B e a Quadrivalente protege contra quatro subtipos, duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B.

DTPw e DTPa

As vacinas tríplices bacterianas conferem proteção contra as seguintes doenças: Difteria, Coqueluche e Tétano. Na rede pública está disponível a DTPw que é feita a partir de células inteiras da bactéria, enquanto na rede privada existe a versão DTPa que é acelular, ou seja, não é feita com as células inteiras, mas sim com proteínas, por isso é considerada mais “purificada”, contendo apenas o que é necessário para imunização.

Vacina Rotavírus Monovalente e Pentavalente

A vacina rotavírus é composta por vírus vivo e administrada por via oral. Ela pode ser monovalente, oferecida na rede pública, que protege apenas contra um sorotipo de rotavírus, mas oferece proteção cruzada contra outro sorotipo, sendo aplicada em duas doses.

A outra opção é a vacina pentavalente, que está presente na rede privada e confere imunidade contra cinco sorotipos diferentes de rotavírus, sendo aplicada em três doses.

Vacina Hepatite A

A Vacina contra a Hepatite A na rede pública é direcionada apenas para crianças com um ano de idade, entretanto na rede privada, que segue a recomendação da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações),  seis meses após a primeira dose, aplica-se uma segunda, já que uma única dose garante proteção apenas até os 10 anos, já a segunda dose imuniza a pessoa contra a Hepatite A também na fase adulta.

Vacina Varicela

Na rede privada são oferecidas duas doses da vacina que protege contra a Varicela, pois é a segunda dose que de fato protege contra a doença. Na rede pública somente uma dose desta vacina é aplicada, o que não é o suficiente para prevenir a doença e sim proteger contra versões mais graves dela.

 

Referências

As diferenças entre as vacinas da rede pública e privada

https://bebemamae.com/saude-do-bebe/as-diferencas-entre-as-vacinas-da-rede-publica-e-privada

SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações)

https://sbim.org.br/images/files/15-11-19_sbim_clipping_internet_g1_campanha-vacina-e-protecao-para-todos.pdf

https://sbim.org.br/calendarios-de-vacinacao


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26/mar/2019

Entenda o HPV

Uma pesquisa recente realizada pelo Ministério da Saúde aponta que metade dos jovens brasileiros entre 16 e 25 anos possui algum tipo de HPV (Human Papiloma Virus ou Vírus do Papiloma Humano). Os dados são assustadores e chamam atenção para a importância da prevenção desta infecção, que pode ser feita por meio da vacinação, responsável por proteger contra dois tipos do vírus.

Mas você sabe exatamente o que é o HPV, como ele é transmitido e os sintomas que normalmente causa?

Muito mais do que um sigla em inglês, o HPV é um grupo de vírus transmitidos sexualmente, pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas, especialmente as mucosas oral, genital ou anal. Embora a camisinha feminina seja mais eficiente que a masculina (por cobrir uma área genital maior), só o uso de preservativo não exclui o risco de contágio do HPV, presença de feridas na vagina, ânus ou pênis, da mesma forma, pode facilitar a transmissão.

Existem mais de 200 variações desse tipo de vírus. A maioria está associada a lesões benignas, como o aparecimento de verrugas, que podem ser clinicamente removidas. No entanto, existem 12 subtipos de HPV que possivelmente estão associados aos cânceres do colo do útero, pênis, orofaringe e, até mesmo, do câncer reto-anal. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o HPV está diretamente associado a 70% dos casos de Câncer de Colo do Útero, que é a segunda causa de morte por câncer entre as mulheres da América Latina.

O que você precisa saber sobre o HPV…

Alguns fatos sobre o HPV é que determinadas verrugas que aparecem nos órgãos genitais causadas pelo vírus podem ser isoladas ou agrupadas e indolores; pode surgir irritação ou coceira no local; o risco de transmissão é muito maior quando as verrugas são visíveis; estas lesões podem aparecer no pênis, ânus, vagina, vulva (genitália feminina), colo do útero, boca e garganta; o vírus pode ficar latente no corpo (a lesão muitas vezes aparece alguns dias ou anos após o contato) e as manifestações costumam ser mais comuns em gestantes e pessoas com imunidade baixa.

Vale lembrar que uma infecção recente não costuma apresentar qualquer tipo de sintoma, porém a longo prazo, o diagnóstico geralmente aparece quando o HPV já provocou o surgimento de algum tipo de câncer, o que reforça mais ainda a importância da imunização.

Importante

O exame preventivo, que abrange o Papanicolau ou o Citopatológico, é capaz de detectar as lesões precursoras. Quando essas alterações que antecedem o câncer são identificadas e tratadas, é possível prevenir a doença em 100% dos casos. De acordo com o Ministério da Saúde, o recomendável é que o exame seja feito anualmente e preferencialmente pelas mulheres entre 25 e 64 anos, que têm ou já tiveram atividade sexual.

Vacinação contra o HPV

Você sabe como a Vacina HPV funciona? A ImuneLife te responde!

A vacina estimula a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV, porém a proteção contra a infecção também dependerá da quantidade de anticorpos produzidos pela pessoa vacinada. Essa vacina é destinada exclusivamente à utilização preventiva, ou seja, não trata as infeções pré-existentes ou a doença clínica já estabelecida.

Na ImuneLife você encontra a Vacina HPV2 que previne infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 16 e 18, além do câncer de colo de útero. De acordo com a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), a vacina é licenciada para meninas e mulheres a partir dos 9 anos de idade e o esquema é de duas ou três doses, dependendo da idade de início da vacinação.

  • Para meninas de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias são recomendadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 – 6 meses);
  • A partir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses);
  • Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

 

Referências

Vacina HPV2

https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/75-vacina-hpv-bivalente-16-18

HPV

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/hpv

HPV atinge mais da metade dos jovens brasileiros

https://saude.abril.com.br/medicina/hpv-atinge-mais-da-metade-dos-jovens-brasileiros/

 


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26/mar/2019

O Brasil é conhecido por ter uma estrutura vacinal estruturada e eficiente, principalmente quando se fala em “Vacinação Infantil”. Porém, a vacinação em adultos ainda é pouco disseminada, muitas vezes pela falta de informação. Por isso, ainda existe uma grande lacuna entre o que é oferecido pelas redes públicas e privadas e o que é feito de fato.

Quando ficamos adultos novas prioridades surgem, entretanto é fundamental ficarmos atentos à vacinação, pois este é um dos métodos mais eficazes de nos protegermos e passarmos a imunização adiante. Mas, você sabe como a vacinação, mesmo sendo uma ação individual, pode gerar benefícios coletivos?

A vacinação é uma das melhores ferramentas de promoção da saúde coletiva, só perde em benefício para a água potável. As vacinas ampliaram a expectativa de vida quando ajudaram a diminuir drasticamente doenças como o sarampo e a coqueluche, por exemplo, que mata principalmente bebês de até três meses, cuja principal forma de transmissão é pelo contato com adultos não imunizados.

Vírus x Bactérias

Antes de conhecer quais são as vacinas mais recomendadas para os adultos, é importante saber que existem vacinas direcionadas tanto para vírus, quanto para bactérias. No último caso, a vacinação tem a finalidade de controlar surtos epidemiológicos e, para o caso dos vírus, a imunização normalmente é vitalícia, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para evitar a recidiva da doença.

Pronto! Agora você já sabe a diferença entre as vacinas direcionadas para os vírus e para as bactérias, então falaremos a seguir das principais vacinas que os adultos devem tomar e que vão além da vacina contra gripe, já que algumas doenças crônicas se manifestam principalmente na vida adulta.

Calendário de Vacinação para Adultos

Aqueles que estão em grupos de risco, como as pessoas com mais de 60 anos ou aquelas que têm doenças crônicas, devem sempre estar informadas sobre a vacinação. Pessoas com asma, por exemplo, devem se vacinar contra a pneumonia. Da mesma forma, diabéticos, imunodeficientes, pacientes oncológicos ou com outras disfunções são candidatos a imunizantes específicos, pois o calendário pode variar.

A prevenção contra o tétano e a difteria, fornecida pela vacina dT, também está à disposição dos adultos e a imunização nesse caso, deve ser renovada de dez em dez anos. Normalmente, a última dose da dT deve ser tomada aos cinco anos de idade. Para as gestantes é recomendável a dTpa, que além da difteria e do tétano, também protege contra a coqueluche.

A Tríplice Viral, por sua vez, protege contra o sarampo, caxumba e rubéola. Antes, os adultos recebiam a segunda dose até os 19 anos de idade. Mas após algumas mudanças no Calendário Vacinal do Adulto, devido aos surtos de caxumba que ocorreram no Brasil nos últimos anos, a segunda dose pode ser dada até os 29 anos e a primeira dos 30 aos 49.

De uma forma resumida, o Calendário de Vacinação Adulto da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações) propõe as seguintes vacinas para os adultos:

  • Vacina Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola);
  • Vacina contra a Hepatite A e B;
  • VPC13 e VPP23 (Pneumonia);
  • Vacina contra a Febre Amarela;
  • Vacina contra a Influenza (gripe);
  • HPV.

Quer saber mais detalhes sobre o tema? Confira o Calendário da SBIm direcionado a esta faixa etária.

 

Referências

https://saude.abril.com.br/medicina/adultos-tambem-tem-que-tomar-vacinas/

https://www.minhavida.com.br/saude/galerias/12814-sete-vacinas-que-os-adultos-precisam-tomar

https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-adulto.pdf

 


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