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24/jul/2019

Por que a vacinação infantil é tão importante?

No ano de 2018, o Brasil registrou o menor índice de vacinação infantil dos últimos 16 anos. A meta do Ministério da Saúde é que ao menos 95% das crianças tomem todas as vacinas necessárias, porém cada vacina está ficando com uma média de 70% a 80% de cobertura, longe de atingir a meta.

Com cada vez menos crianças sendo imunizadas, doenças que já haviam sido eliminadas estão voltando a circular como, por exemplo, o sarampo. A vacinação infantil sempre será indispensável, pois protegem de forma individual e coletiva, evitando que algumas doenças continuem se disseminando.

A importância das vacinas

Quando uma criança nasce, sua imunidade é praticamente inexistente, ou seja, ela ainda não criou nenhum tipo de anticorpo para combater vírus e doenças. Toda criança já possui uma lista de vacinas que devem ser tomadas desde o nascimento, mas é importante que as mães já tomem algumas vacinas durante a gestação. Desse modo, os anticorpos da mãe serão compartilhados com o bebê e ele não nascerá tão desprotegido.

A vacinação é um método de prevenção muito seguro para diversas doenças perigosas como poliomielite e paralisia infantil, que podem causar sequelas graves a longo prazo. Dificilmente gera reações negativas (mas quando ocorre, geralmente, trata-se de uma reação alérgica e um médico deve ser consultado).

Seguindo o calendário de vacinas corretamente, a imunidade do seu filho é garantida na idade mínima e ideal para o corpo reagir adequadamente aos anticorpos sem comprometer o seu desenvolvimento.

Vacinas obrigatórias

Os recém-nascidos devem começar tomando duas vacinas: a BCG (Bacilo Calmette-Guerin) e a da Hepatite B. A BCG imuniza contra os principais tipos de tuberculose, incluindo os mais perigosos, como a miliar e a meníngea. Ambas possuem uma única dose.

Aos dois meses devem ser tomadas as primeiras doses de quatro vacinas: Pentavalente, protege contra tétano, difteria, coqueluche e reforça a vacina de hepatite B; VIP (Vacina Inativada Poliomelite), que protege contra poliomielite e paralisia infantil; Pneumocócica Conjugada 13, que garante imunização contra pneumonia, meningite e otite e Rotavírus Pentavelente, que protege contra os sintomas causados pelo rotavírus.

Lembrando que a segunda dose de todas essas vacinas deve ser aplicada no quinto mês e no sexto mês de vida da criança também há a terceira dose da Pentavalente e da VIP.

Aos três meses de vida do bebê a primeira dose da Meningocócica ACWY deve ser tomada e reforçada no quinto mês. Com nove meses é necessária a dose única da vacina da Febre Amarela e, completando um ano de vida, deve ser aplicada a primeira dose da Tríplice Viral, que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba e os reforços da Pneumocócica e da Meningocócica.

Com 15 meses (um ano e três meses) há mais dois reforços: da DTPW, também chamada de Tríplice Bacteriana e da VOP (Vacina Oral Poliomelite). Já no décimo quinto mês também são tomadas as doses únicas da vacina de Hepatite A e a Tetra Viral, que protege contra sarampo, rubéola, caxumba e catapora.

Aos quatro anos de idade deve ser tomado o segundo reforço da DTPW e da VOP e duas doses da Varicela Atenuada, que protege contra a catapora.

Não deixe de atualizar o calendário de vacinas do seu filho e garantir que ele fique protegido contra essas doenças desde os primeiros meses de vida. A ImuneLife disponibiliza todas essas vacinas e muitas outras para crianças, adolescentes e adultos. Entre em contato e garanta a sua saúde, do seu filho e de toda a sua família!

 

Referências

http://www.enciclopedia-crianca.com/vacinacao/segundo-especialistas/vacinacao-infantil

http://www2.ebserh.gov.br/web/hu-ufsc/noticias/-/asset_publisher/kolvfeKgK2VF/content/id/3381141/2018-08-ministerio-da-saude-alerta-para-importancia-da-vacinacao

https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-crianca.pdf

http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/calendario-vacinacao

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/06/vacinacao-de-criancas-no-pais-atinge-indice-mais-baixo-em-16-anos.shtml


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24/jul/2019

Durante a gravidez, boa parte dos anticorpos da mãe é transferida para o seu bebê, o que já garante alguma proteção ao pequeno antes mesmo dele vir ao mundo. Essa troca de anticorpos não para por aí! A mãe continua protegendo o seu filho por meio da amamentação e mantendo seu sistema imunológico funcionando corretamente.

Além disso, a gestante é mais vulnerável a doenças bacterianas e vírus dos mais comuns aos mais graves, assim como o bebê que fica mais suscetível a doenças principalmente nos seus seis primeiros meses de vida. Por isso, é tão importante que as mulheres se vacinem durante a gravidez e após o parto.

Quanto mais proteção a mãe tiver na gestação, melhor será o sistema imunológico do seu bebê! Para ajudar nesta tarefa, separamos abaixo quais são as vacinas essenciais previstas no Calendário Vacinal da Gestante, confira:

Vacina Influenza (Gripe)

O vírus influenza é uma das maiores ameaças para as gestantes, pois é muito comum e pode ser encontrado por toda a parte. Nas gestantes, a gripe se manifesta com sintomas mais graves e podem representar um grande risco se não for devidamente tratada.

A Vacina da Influenza pode ser tomada em qualquer fase da gestação e possui duas variações: a trivalente e a tetravalente. A trivalente protege contra duas variações do tipo A e uma do tipo B, enquanto a tetravalente garante proteção contra uma variação a mais do tipo B. A única contraindicação é para mulheres que são alérgicas a ovo. Em qualquer outro caso a vacina não oferece riscos.

Vacinando-se contra a gripe, a futura mamãe não só garante a sua proteção, assim como a do seu bebê contra o vírus Influenza, pois os seus anticorpos podem ajudá-lo a se proteger do vírus nos primeiros meses de vida. Lembrando que a vacina da gripe só é recomendada para crianças após os seis meses de idade.

Vacina Hepatite B

Assim como a gripe, a Hepatite B também traz sintomas passageiros, porém muito mais fortes em grávidas devido ao seu sistema imunológico fragilizado. Muitas mulheres contraem a Hepatite B e nem suspeitam disso, o que pode ser um perigo para o bebê, já que o vírus pode ser transmitido durante a gravidez ou no momento do parto. Um bebê recém-nascido com Hepatite B tem 90% de chances de desenvolver uma hepatite crônica, por isso é tão importante que a mamãe tome essa vacina.

O esquema completo da Vacina Hepatite B consiste em três doses (0-1-6 meses). Se a gestante tiver recebido uma ou duas doses, deverá completar o resto do ciclo durante a gestação, não sendo necessário fazer o esquema desde o início. Lembrando que, independente de quantas doses precisar tomar, a vacina só pode ser aplicada a partir do quarto mês de gestação.

Vacinas DT ou dTpa

Também chamadas de dTpa (Tríplice Bacteriana Acelular do Tipo Adulto) e DT (Dupla Tipo Adulto), a primeira protege contra três doenças bacterianas: tétano, coqueluche e difteria, enquanto a segunda protege apenas contra a difteria e o tétano.

Assim como nos outros casos apresentados aqui, todas essas doenças também podem ser transmitidas de mãe para filho, por isso que a imunidade da gestante também garante a proteção do bebê após o nascimento.

Caso a mulher já tenha tomado essa vacina antes da gestação, o restante é mais fácil. Mas se não houver imunização, será necessário primeiro tomar duas doses da DT, com intervalo de 30 dias entre uma e outra. Se apenas uma dose foi tomada antes da gestação, deve-se tomar outra para reforçar os anticorpos.

Se as duas doses já foram tomadas antes de engravidar, uma única dose da dTpa já garante a proteção. O Ministério da Saúde ainda recomenda que essa dose seja tomada entre a 27ª e a 36ª semana (entre o sexto e o nono mês) de gestação, pois há mais compartilhamento de anticorpos nesse período e o bebê fica mais protegido.

Essas três vacinas são indispensáveis para todas as gestantes e garantem uma gravidez e um pós-parto muito mais saudável. Caso ainda não tenha tomado alguma dessas vacinas, venha atualizar o seu Calendário Vacinal da Gestante na ImuneLife!

 

Referências

https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-feminina/uso-de-medicamentos-durante-a-gravidez/uso-de-medicamentos-durante-a-gravidez

https://estudogeral.uc.pt/bitstream/10316/31435/1/TFINAL_MarianaPinto.pdf

https://bebe.abril.com.br/gravidez/as-vacinas-indispensaveis-na-gravidez-e-no-pos-parto/

https://saude.abril.com.br/familia/as-vacinas-indispensaveis-na-gravidez-mas-que-sao-pouco-tomadas/


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24/jul/2019

Como proteger seu bebê da pneumonia

Muitas vezes, por mais que a mamãe e o papai se esforcem para proteger seu bebê da friagem e de um possível resfriado, parece ser inevitável. Esses cuidados são muito importantes, pois para um neném, qualquer gripe inofensiva pode se transformar em uma pneumonia. Será que é possível proteger seu bebê de doenças respiratórias? Descubra neste artigo.

Tipos e sintomas

A pneumonia pode ser comparada com a gripe, mas com sintomas mais fortes. Existem quatro tipos: viral, bacteriana, química e fúngica.

A viral é o tipo mais comum, sendo transmitida pelo mesmo vírus da gripe, o Influenza. A bacteriana é causada por algumas bactérias, sendo mais comum pelo agente Pneumococo. A química é causada por toxinas e agentes químicos e a fúngica por alguns tipos de fungos, sendo o tipo mais raro.

Durante as épocas frias do ano, como no inverno, nosso corpo fica mais propenso a desenvolver infecções. Em bebês é ainda pior, pois seu sistema imunológico frágil não consegue protegê-lo do vírus da gripe, que age com mais facilidade em temperaturas baixas.

Os sintomas da pneumonia no bebê agem com mais intensidade. Isso inclui tosse seca, febre alta, fraqueza, mal-estar e dificuldade para respirar. Geralmente, os sinais de que seu bebê está com pneumonia é quando ele subitamente parar de mamar, mesmo se incentivado, assim como quando ele demonstra muita dificuldade para respirar, sendo notável a retração de suas costelas e um barulho semelhante a “asas batendo” vindo de seu nariz.

Como proteger seu bebê?

Qualquer corrente de ar pode ser uma ameaça quando o assunto é pneumonia, então alguns cuidados básicos são necessários para proteger seu filho a todo momento. Os bebês sentem mais frio que o normal, então o primeiro passo é sempre mantê-los bem agasalhados com roupas quentinhas.

Na hora da soneca também é importante colocar roupas bem quentinhas, pois eles costumam se mexer muito e isso pode acabar afastando o cobertor. Quando for dar banho ou trocar de roupa, feche todas as portas e janelas para evitar que qualquer golpe de ar frio atinja o neném.

Dormir de cabelo molhado? Nem pensar! Atenção redobrada para meninas, que costumam ter mais cabelo. Deixar os pequenos expostos ao ar condicionado, seja no carro ou em outros ambientes fechados, também não é recomendado.

Evite sair com o bebê em dias muito frios ou chuvosos, assim como levá-lo para lugares fechados e com muitas pessoas, pois a proliferação do vírus é mais rápida nesses ambientes. Lugares muito úmidos e empoeirados também devem ser evitados, pois atacam as vias respiratórias e podem chegar aos pulmões.

Tratamentos

Apesar de grave, a pneumonia em bebês pode ser curada. Em casos mais simples são usados medicamentos para controlar a febre e muito líquido para hidratar o neném, podendo ser necessário o uso de antibióticos ou até uma internação quando o quadro é mais grave.

Com o inverno se aproximando, essas dicas são essenciais para manter seu bebê sempre seguro e saudável. Esteja preparado para a estação mais fria do ano e cuide bem do seu pequeno. Lembre-se: qualquer suspeita de pneumonia, leve-o a um pediatra o quanto antes!

 

Referências

https://tonello.med.br/pneumonia-em-bebe-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-protege-lo/

https://www.guiadobebe.com.br/pneumonia-em-bebes-e-criancas/


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24/jul/2019

A febre amarela é uma doença viral transmitida pelo mesmo mosquito que transmite a dengue, o Aedes aegypti. A doença tem esse nome por deixar o corpo do paciente amarelado e causar diversos tipos de hemorragia.

Por ser um vírus tropical, ele é mais comum na América do Sul e na África. Quer saber mais sobre as causas, sintomas, tratamento e prevenção da febre amarela? Confira neste artigo.

Causas

Existem dois mosquitos que transmitem a febre amarela: o Aedes aegypti no meio urbano e o Haemagogus no meio rural e silvestre. Os mosquitos não são os causadores da doença, eles apenas a transmitem quando picam algum animal ou humano infectado pelo vírus.

Em ambos os casos, a doença é a mesma, não mudando os sintomas de um tipo para o outro. A única diferença é na disseminação do vírus.

Ainda existem boatos de que macacos também transmitem a febre amarela. A disseminação desta informação se intensificou após o último surto da doença no Brasil, entre os anos de 2017 e 2018. Porém, essa afirmação é falsa pela razão do macaco apenas desenvolver o vírus dentro de si, mas não ser o transmissor. Apenas o mosquito pode transmitir febre amarela para os humanos.

Sintomas

Por vezes, quem contrai febre amarela pode não demonstrar nenhum sintoma, mas quando se manifesta inclui: dores musculares, dor de cabeça, perda de apetite, náuseas, vômitos, vermelhidão nos olhos e no rosto, fotofobia, fadiga e fraqueza.

Esses sintomas duram em torno de três a quatro dias, mas há casos em que eles podem se agravar e atingir alguns órgãos, o que resulta em febres ainda mais fortes, urina escura, dores abdominais e hemorragias na boca, nariz, olhos e estômago.

Tratamento

A maioria das pessoas apresenta os sintomas mais leves da doença, que normalmente é curada por conta própria, sem a necessidade de realizar nenhum tipo de tratamento. Mas, nos casos mais graves, é essencial ficar em repouso, beber muito líquido para repor tudo que foi perdido e usar os antibióticos receitados pelo médico.

Previna-se!

Como prevenção, é possível ficar imune ao vírus por meio da vacina da febre amarela, o que pode durar cerca de 10 anos ou a vida inteira, dependendo da dose que for aplicada. Essa vacina é essencial em território brasileiro e obrigatória para viajar para outros países fora da América do Sul, como países do continente africano, por exemplo.

Se você ainda não é vacinado contra febre amarela, procure a ImuneLife e garanta já a sua proteção para o resto da vida!

 

Referências

https://www.minhavida.com.br/saude/temas/febre-amarela

https://www.bio.fiocruz.br/index.php/febre-amarela-sintomas-transmissao-e-prevencao


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24/jul/2019

Clima de volta às aulas é sempre aquela correria. Entre organizar a rotina e preparar o seu filho para o retorno à escola, existe um detalhe que por vezes pode passar despercebido: a vacinação.

Um ambiente com muitas crianças juntas, fazendo as mais diversas atividades, desde brincar até dividir comida, eventualmente, sem lavar as mãos é a situação perfeita para bactérias e vírus agirem desenfreadamente. E é por isso que a vacinação é imprescindível antes do retorno às aulas.

Com a finalidade de ajudar você a preparar o seu pequeno para esse dia tão esperado, listamos aqui as vacinas que devem fazer parte do calendário vacinal de qualquer criança:

Tetra Viral

Uma criança com Sarampo pode transmitir o vírus para qualquer outra que tenha contato, e o único método de prevenção é por meio da vacinação. Se seu filho tiver de um a seis anos e ainda não for imunizado, ele precisa tomar a vacina Tetra Viral, que garante proteção não só contra o sarampo, mas também contra a rubéola, caxumba e catapora.

BCG

Crianças de até cinco anos precisam tomar a Vacina BCG, que protege contra os tipos mais perigosos de tuberculose. O mais indicado é que a vacina seja aplicada anualmente, desde o nascimento até os cinco anos de idade. A transmissão da tuberculose é direta.

Influenza

Por mais irrelevante que uma gripe possa parecer, ainda é necessário vacinar seu filho para que ele não tenha que perder dias de aula se recuperando. A vacina garante proteção contra três tipos do vírus influenza:  o A, B e C, sendo o tipo A o mais fácil de ser transmitido de pessoa para pessoa. Crianças de seis meses até cinco anos devem tomá-la anualmente.

Meningocócica

A vacina meningocócica conjugada quadrivalente garante proteção definitiva contra os quatro tipos de meningite: A, C, W e Y. A doença é transmitida por vírus ou bactérias e pode causar diversos sintomas diferentes, dependendo do tipo de meningite. Para que o seu pequeno não corra este risco, é essencial que a vacina ACWY seja tomada o quanto antes.

Agora que as aulas já tiveram início, evite maiores problemas. Caso o seu filho ainda não tenha tomado essas vacinas, providencie o quanto antes a atualização do cartão vacinal infantil. A ImuneLife pode te ajudar nesta tarefa!

 

Referências

https://familia.sbim.org.br/seu-calendario/crianca

https://blog.drconsulta.com/2017/05/31/13-vacinas-para-criancas-que-seu-filho-nao-pode-deixar-de-tomar/

https://revistacrescer.globo.com/Voce-precisa-saber/noticia/2015/02/atencao-vacinacao-do-seu-filho-na-volta-aulas.html


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24/jul/2019

Vacinar-se é uma atitude individual, mas que faz um grande bem coletivo, pois é a forma mais eficiente de controlar epidemias de diversas doenças transmissíveis e imunopreveníveis. A vacinação, primordialmente, deve ser seguida à risca, e toda a população, independente da faixa etária, deve estar imunizada.

Lembrando que no Brasil temos um calendário vacinal para diversos grupos, basta identificar e atualizá-lo sempre que necessário.

Vacinação em grupo

É pensando na comodidade e facilidade dos nossos clientes, que a ImuneLife trabalha com a Vacinação em Grupo, que pode ser solicitada por empresas, escolas e condomínios.

Sabemos que ambientes maiores e que existe maior contato físico faz com que as pessoas fiquem mais suscetíveis a possíveis problemas de saúde, alguns que, facilmente, podem ser prevenidos por meio da imunização.

Desta forma, realizamos a atualização dos cartões de vacinação, assim como campanhas especialmente voltadas para a necessidade de cada instituição. Dentre os principais benefícios e vantagens destes serviços podemos destacar:

Escolas

  • Melhora na qualidade de ensino, porque reduz o absenteísmo, melhorando o aproveitamento do aluno;
  • Promove melhorias na organização administrativa, porque garante menos reposições de aulas, realocação de classes ou horários e notificações a órgãos governamentais devido a doenças endêmicas;
  • Redução do risco de mortalidade e morbidade por certas doenças como: Varicela, Hepatite A e Sarampo;
  • Além dos alunos, a vacinação escolar previne também os funcionários da escola de algumas doenças próprias da infância, mas que quando afetam adultos geralmente se tornam mais agressivas.

Domicílio

  • Promove comodidade e conforto às pessoas com dificuldade de locomoção e também beneficia todos que queiram receber a vacina em sua própria casa;
  • O serviço é realizado por profissionais da saúde qualificados e instrumentalizados, que seguem rigorosamente as normas de transporte, conservação, manuseio e aplicação de vacinas;
  • A vacinação domiciliar é realizada com a mesma segurança e higiene encontradas na Clínica ImuneLife.

Empresarial

  • A vacinação empresarial atende as necessidades específicas de cada empresa;
  • Protege a saúde dos funcionários e ainda reduz o absenteísmo, aumentando a produtividade e resultados da empresa;
  • Este atendimento pode ser realizado em empresas de pequeno, médio e grande porte.

Segurança na vacinação

A Vacinação em Grupo da ImuneLife segue todas as diretrizes previstas por órgãos como a OMS (Organização Mundial da Saúde), que determina o uso das vacinas como instrumento de medicina coletiva; Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Vigilância Epidemiológica, CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) e SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).

Quer contratar algum destes serviços? Entre em contato com a ImuneLife!


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24/jul/2019

Quem nunca ouviu falar que o Brasil tem dimensões continentais, não é mesmo? É por este motivo que é possível encontrar uma vasta diversidade de características culturais, sociais, topográficas e climáticas.

Principalmente as características climáticas podem afetar a saúde de quem costuma desbravar de norte a sul do Brasil e, é por isso, que muitos questionamentos como: “Quais vacinas são necessárias para viajar pelo País?” surgem no momento de decidir onde serão as próximas férias.

Antes de falarmos sobre as vacinas essenciais para viajar pelos estados brasileiros é importante ressaltar que a imunização, baseada no Calendário Nacional de Vacinação do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, é indicada pelo Ministério da Saúde para evitar doenças endêmicas e contagiosas.

Recomendações

  • A vacinação recomendada deve ser realizada primordialmente de seis a oito semanas antes da viagem para garantir a imunização;
  • Vacinar-se deve ser uma prioridade, principalmente se a viagem tiver como destino zonas rurais, florestais ou locais em meio à natureza;
  • As regras sobre vacinação em diferentes países mudam com frequência. Então, antes da viagem fique atento e verifique se há alguma atualização sobre o esquema vacinal para entrar em determinados estados.

Vacinas Essenciais

Vacina Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola)

Esta imunização é a medida preventiva e mais segura para as três doenças. É importante que o esquema vacinal de crianças, adolescentes e adultos esteja completo.

Vacina Febre Tifoide

A vacina contra a Febre Tifoide deve ser essencialmente tomada antes de viajar para o Norte e o Nordeste do Brasil, porque são consideradas regiões em que as condições de saneamento básico ainda não atingiram os padrões ideais.

Vacina Febre Amarela

A vacinação contra a Febre Amarela já faz parte do Calendário Vacinal Básico de qualquer pessoa e é extremamente importante, principalmente para os viajantes que tem como destino os seguintes estados brasileiros: Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Veja a lista de municípios brasileiros com recomendação sobre vacinação contra a Febre Amarela.

Agora que você já sabe destas recomendações, faça da sua viagem um grande motivo para cuidar da sua saúde e atualizar a Carteira de Vacinação. Conte com a ImuneLife para aproveitar suas férias com tranquilidade e segurança!

 

Referências

Vacinas para quem vem para o Brasil

http://www.saudedoviajante.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=30

Vacinação antes da viagem

https://www.edestinos.com.br/dicas-de-viagem/passagens-aereas/saude-durante-a-viagem/vacinacao-antes-da-viagem

Veja as vacinas necessárias para viajar pelo Brasil e América do Sul

https://www.guichevirtual.com.br/blog/vacinas-para-viajar/


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24/jul/2019

A Hepatite do tipo B é uma doença infecciosa, também conhecida como soro-homóloga, sendo considerada uma doença sexualmente transmissível. Ela é considerada uma das mais perigosas das hepatites e também uma das mais frequentes no mundo, estima-se que cerca de 350 milhões de pessoas são portadoras crônicas deste vírus.

Causas da Hepatite B

A Hepatite B por ser infecciosa e transmissível é causada pelo contato direto com o vírus, podendo ser por meio de:

  • Relações sexuais sem proteção com uma pessoa infectada;
  • De mãe infectada para filho durante a gestação, parto e até mesmo, amamentação;
  • Uso de material infectado por usuário de drogas (seringas, agulhas etc.);
  • Compartilhamento de objetos de higiene pessoal como lâminas de barbear, escova de dente, alicates de unha ou outros objetos cortantes;
  • Transfusão de sangue contaminado.

Sintomas

A maioria dos pacientes de Hepatite B não apresenta sintomas, porém os mais frequentes são: tonturas, enjoo, cansaço, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, fezes claras e urina escura.

Esses sintomas costumam aparecer de um a seis meses após a infecção, por isso é importante consultar um médico regularmente e fazer um teste, caso tenha sido exposto ao vírus.

Prevenção

A prevenção é simples: vacinação, usar proteção em todas as relações sexuais e não compartilhar objetos de usos pessoais. Além disso, toda mulher grávida deve realizar o pré-natal e fazer os exames para verificar se está infectada.

Vacina

A vacina contra a Hepatite B tem eficácia de 95%, e é prescrita em três doses com um intervalo de um mês entre a primeira e segunda dose e de seis meses entre a primeira e a terceira dose.

A ImuneLife oferece vacina contra a Hepatite B com toda a segurança e qualidade que você e sua família merecem. Reserve já a sua dose!

 

Referências

https://www.roche.pt/hepatites/hepatiteb/

https://www.tuasaude.com/hepatite-b/

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/hepatite


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24/jul/2019

Mesmo sendo amplamente comprovada que a vacinação é uma das formas mais eficazes de se prevenir de algumas doenças, muitas pessoas ainda são resistentes em relação à imunização feita com vacinas.

As razões que ainda levam muitos adultos a não se vacinarem ou vacinarem as suas crianças são as mais variadas e englobam desde crenças religiosas, ideológicas e filosóficas, até a convicção de que as imunizações podem ter um efeito reverso, e ao invés de proteger deixam a pessoa vacinada doente ou alérgica.

Mas quando um familiar opta por não se vacinar, ou como responsável se nega a vacinar uma criança, ele se coloca em risco, coloca o seu próprio filho e todas as pessoas que estão ao seu redor.

Por que se vacinar?

O que é proposto no Calendário Vacinal Brasileiro, seja para crianças, adultos ou idosos, não é nada desnecessário e a prova disso é que o Brasil tem um dos mais bem-sucedidos programas de vacinação do mundo.

Para que esse status seja mantido, é fundamental desmistificar o assunto e reforçar a importância da vacinação para pessoas em todas as faixas etárias. Então, a ImuneLife separou abaixo 4 PRINCIPAIS BENEFÍCIOS de ter o Calendário Vacinal em dias. Confira:

  1. Importância

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), as vacinas estão entre as principais conquistas da humanidade, pois protegem a população de muitas doenças causadas por vírus e bactérias e são consideradas recursos indispensáveis para a saúde individual e coletiva. Estima-se que cerca de três milhões de mortes sejam evitadas anualmente devido à vacinação.

  1. Proteção

As vacinas estimulam o sistema imunológico a produzir anticorpos, que são proteínas específicas que atuam contra um determinado agente infeccioso. Vale lembrar que a vacina provoca na pessoa uma resposta imunitária protetora, específica de um ou mais agentes infecciosos, por isso é considerada a maneira mais eficaz de controlar e até erradicar doenças.

  1. Bem comum

Quando a maior parte da população está vacinada a tendência é que ocorra uma interrupção na transmissão de vírus e bactérias. Uma atitude que a priori é individual, mas que se torna progressivamente um bem coletivo.

  1. Resposta natural

Como citado anteriormente, ainda existe muito receio de que as vacinas provoquem reações adversas, por isso muitas pessoas ainda deixam de se vacinar. Para quem ainda tem dúvidas sobre a eficácia das vacinas, reforçamos que elas são seguras. Suas reações geralmente são pequenas e temporárias, como um braço dolorido ou uma febre passageira. Eventos graves de saúde são extremamente raros e cuidadosamente monitorados e investigados.

A responsabilidade de vacinar é de todos, tornando-se uma decisão que envolve pais ou responsáveis pelas crianças.

Encontre a segurança e qualidade vacinal que você precisa na ImuneLife!

 

Referências

Especialistas debatem sobre a importância da vacinação infantil

https://claudia.abril.com.br/sua-vida/especialistas-debatem-sobre-a-importancia-da-vacinacao-infantil/

“Vacinação é responsabilidade de todos”

https://www.correiodoestado.com.br/opiniao/ivana-maria-saes-busato-vacinacao-e-responsabilidade-de-todos/332359/

A importância da vacinação: os benefícios e as razões para vacinar

https://www.vidaativa.pt/a/a-importancia-da-vacinacao/


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24/jul/2019

O Rotavírus é um vírus que causa gastrenterite, fortes diarreias e vômitos, afetando principalmente bebês e crianças, mas pode ocorrer em qualquer idade. Estima-se que até os cinco anos de idade, todas as crianças terão pelo menos uma vez o rotavírus e que uma em cada 300 infectadas podem chegar a falecer por causa das complicações. Geralmente, em adultos, a infecção não leva ao óbito.

Este vírus é transmitido pelo contato direto entre as pessoas, por utensílios, alimentos, brinquedos ou água contaminada.

Sintomas do Rotavírus

Entre os sintomas mais comuns do Rotavírus estão: diarreia aguda, vômitos, coriza, tosse, febre, mal-estar, boca seca e em alguns casos mais graves, desidratação. É preciso ser rápido e atento aos sintomas, principalmente em bebês, pois dependendo do nível de gravidade, podem levar a desidratação em poucas horas.

A pessoa infectada apresenta os sintomas de oito a dez dias, sendo que os primeiros quatro dias são os mais contagiosos. Esta doença pode ser recorrente, pois não é comum ficar imune na primeira infecção, por isso mesmo em pessoas vacinadas, pode voltar a ocorrer de uma forma menos agressiva.

Prevenção do Rotavírus

Há algumas maneiras de prevenir essa infecção, indo desde a higiene básica até a vacinação. Confira algumas recomendações para evitar o contágio:

  • O saneamento básico é fundamental para prevenção da transmissão do vírus;
  • Usar somente água tratada ou filtrada para beber ou preparar alimentos;
  • Lavar as mãos com frequência, principalmente após o uso do banheiro, troca de fraldas das crianças, antes de comer e também no preparo de alimentos;
  • Lavar bem os alimentos que serão consumidos crus como: frutas, verduras e legumes. É recomendável usar desinfetante próprio para isto.

Vacina contra o Rotavírus

A vacina contra o Rotavírus é a forma mais eficaz de proteger adultos e crianças dessa doença. Ela é produzida com vírus humano “enfraquecido” de forma monovalente ou pentavalente. O intervalo entre uma dose e a outra é de 30 dias. Na Imunelife, você encontra a vacina contra o Rotavírus.

A Imunelife é especializada em gestão preventiva da saúde com enfoques em Imunização e Assistência Domiciliar. Proteja sua família, entre em contato e reserve a sua dose: +55 (11) 4022-1100 / +55 (11) 4013-2802.

 

Referências

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/rotavirus

https://www.tuasaude.com/rotavirus/

http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-transmitidas-por-agua-e-alimentos/rotavirus.html

https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-infantil/infec%C3%A7%C3%B5es-virais-em-beb%C3%AAs-e-crian%C3%A7as/infec%C3%A7%C3%A3o-por-rotav%C3%ADrus

https://www.bio.fiocruz.br/index.php/rotavirus-sintomas-transmissao-e-prevencao

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/rotavirus


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